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Umbanda vira patrimônio imaterial do Rio

A partir desta terça (8), a religião se junta a outros bens imateriais da cidade como a Bossa Nova e o frescobol

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 5 dez 2016, 10h56 - Publicado em 8 nov 2016, 17h50

Nesta terça (8), após decreto publicado no Diário Oficial assinado pelo prefeito Eduardo Paes, a umbanda entrou para a lista de patrimônios imateriais do Rio. A religião de matriz africana, que agora passa a ser reconhecida como patrimônio cultural, se junta a outros 54 bens imateriais cariocas já chancelados, como a Bossa Nova, as escolas de samba, os blocos Cordão da Bola Preta e Cacique de Ramos, a obra literária de Machado de Assis, a Feira de São Cristóvão, os vendedores de mate e biscoitos de polvilho das praias cariocas e o frescobol.

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O Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) abriu ainda um cadastro dos terreiros de umbanda da cidade para mapear os locais tradicionais onde a religião é praticada. A primeira instituição registrada foi a Tenda Espírita Vovó Maria Conga de Aruanda, no Estácio, Zona Norte.

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