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Temer, Braga Netto e Jungmann acertaram silêncio sobre caso Marielle

Presidente, interventor e ministro fecharam pacto em Brasília há 2 meses, segundo O Globo

Por Redação VEJA RIO - 5 jul 2018, 13h59

Michel Temer, o general Braga Netto e Raul Jungmann combinaram uma ‘lei do silêncio’ sobre as mortes da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. A informação foi publicada nesta quinta (05) por O Globo.

De acordo com o jornal, o pacto foi fechado em uma reunião realizada em Brasília no mês de maio. Antes do encontro, o interventor federal na segurança pública no Rio havia manifestado desconforto com declarações do atual ministro a superiores e ao Palácio do Planalto, a quem responde diretamente. Foi marcada então uma conversa entre Braga Netto, Jungmann e o presidente, na qual os três acertaram a decisão de não falar mais sobre as investigações da morte da parlamentar e de seu funcionário.

Marielle e Anderson vinham de um evento na Lapa quando foram executados no Estácio na noite de 14 de março. O carro no qual estavam foi alvo de tiros disparados a partir de outro veículo, que os seguia desde o Centro. Desde então, as autoridades já deram diversas declarações sobre o caso, mas não foram capazes de esclarecê-lo definitivamente. Hoje, a suspeita é de que a ordem para os assassinatos tenha partido de milicianos.

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