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Segurança é a maior reclamação em pontos turísticos do Rio

Realizado pela Proteste, levantamento foi feito no Corcovado, Arcos da Lapa, Lagoa Rodrigo de Freitas, Aterro do Flamengo, Pão de Açúcar e Jardim Botânico

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 dez 2016, 11h16 - Publicado em 15 jun 2016, 20h02

Prestes a receber os turistas que virão à cidade para a Olimpíada, em agosto, o Rio precisará reforçar a fiscalização e a segurança dos pontos que mais atraem os visitantes. É que, de acordo com pesquisa realizada pela PROTESTE, os frequentadores têm reclamado da falta de sinalização dos extintores de incêndio, equipamentos quebrados, banheiros sujos e, principalmente, da falta de policiamento em lugares como o Corcovado, Pão de Açúcar, Jardim Botânico, Arcos da Lapa, Lagoa Rodrigo de Freitas e Aterro do Flamengo.

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 A Associação vem cobrando a melhoria de monitoramento e fiscalização por parte do Corpo de Bombeiros, da Polícia, da Prefeitura e dos órgãos responsáveis pela administração desses pontos turísticos. Em relação à acessibilidade (ou a falta de), quase todos os pontos turísticos visitados tem rampas de acesso e área de circulação para cadeirantes. A exceção são os Arcos da Lapa. No Jardim Botânico há, inclusive, a opção carros elétricos na hora do passeio.

Entre os problemas apontados pelos frequentadores estão playgrounds, tanto do Jardim Botânico, como os da Lagoa e do Aterro do Flamengo têm  brinquedos quebrados e enferrujados, colocando as crianças em risco. Um, inclusive, possui cogumelos nascendo no brinquedo.

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Já no Corcovado, foram encontradas áreas com teto caindo, canaletas quebradas em área de circulação, pontos de iluminação quebrados, chão molhado, corrimão remendado com pontas, escadas não muito firmes, buraco no gradil facilitando acesso de crianças, devido à retirada de um ponto de luz e ferrugens na estrutura da escada rolante.

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