Sabrina Sato brilha à frente da bateria da Vila Isabel com fantasia ousada

Apresentadora havia avisado que viria 'peladona', como sempre; Martinho da Vila, 87 anos de idade e 60 de escola, foi outro destaque do desfile

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 4 mar 2025, 07h11 - Publicado em 4 mar 2025, 07h08
sabrina-sato-desfile-vila-isabel-2025
Sabrina: bela reinou à frente da Swingueira de Noel com figurino ousado (Alex Ferro/Riotur)
Continua após publicidade

Bem que Sabrina Sato avisou que viria “peladona, como sempre”. Representando o sangue — enquanto os integrantes da bateria vieram de vampiros, numa caracterização divertida que lembrava o personagem Bento Carneiro, de Chico Anysio —, a bela veio com um figurino ousado: uma espécie de body com pedrarias vermelhas estrategicamente posicionadas.

Querida pela comunidade da escola, onde estreou no posto em 2011, Sabrina esbanjou simpatia e samba no pé, além de sua beleza, é claro. Marido da apresentadora, o ator Nicolas Prattes acompanhou a amada em todos os momentos, tendo desfilado como apoio da escola.

+ Por que Viviane Araújo segue mantendo o posto de rainha das rainhas

martinho-da-vila
Martinho da Vila: aos 87 anos de idade e sessenta de escola, o presidente de honra da Vila veio no abre-alas (Marco Terranova/Riotur)

Sabrina contou ao canal de YouTube Mais Carnaval que ele foi convidado a sair na bateria, mas, por causa do papel principal na novela Mania de Você, não conseguiu acompanhar os ensaios. Ano que vem, é possível que ele venha nesse posto.

Última escola do segundo dia desfiles, a Vila cruzou a Avenida na madrugada desta terça (4), sendo a quarta agremiação. O enredo Quanto Mais Eu Rezo, Mais Assombração Me Aparece, do carnavalesco Paulo Barros, sobre as assombrações do imaginário popular.

Continua após a publicidade
josé-loreto-desfile-vila-isabel-2025
José Loreto: ator encarnou o diabo na comissão de frente da Unidos de Vila Isabel (Tata Barreto/Riotur)

 

Compartilhe essa matéria via:

Foi o único enredo da noite sem relação direta com a temática da negritude – e, recentemente, Barros causou polêmica ao afirmar, à Folha de S. Paulo, que “desfiles com temática africana são todos iguais, e ninguém entende nada”, declaração que foi muito criticada.

Na Sapucaí, ele disse que “foi um grande equívoco” e que foi mal-interpretado. “Eu sou de santo, tenho a minha religião e eu simplesmente declarei que prefiro fazer um enredo que não tenha um cunho religioso, só isso. Eu tenho esse direito e acho que não cometi crime algum”, argumentou o carnavalesco.

Continua após a publicidade

+ Neguinho da Beija-Flor não esconde as lágrimas em seu adeus à Sapucaí

Outro destaque foi a presença de Martinho da Vila, presidente de honra da agremiação, que, aos 87 anos de idade e sessenta de Vila Isabel veio no alto do carro abre-alas, um trem-fantasma. Um dos compositores do samba-enredo, aliás, é neto de Martinho, Raoni Ventapane. A música traz uma sutil homenagem ao baluarte, no verso “chora, viola”, que remete a um sucesso gravado por Martinho em 1978.

Continua após a publicidade

A apresentação foi marcada por efeitos especiais e alegorias humanas, espécies de assinaturas do carnavalesco. Um dos destaques da comissão de frente era um drone representando Jack-o’-lantern, a máscara de abóbora típica do Dia das Bruxas dos Estados Unidos, mas ele acabou despencando, pelo menos duas vezes, uma delas na frente dos jurados.

marnalia-desfile-vila-isabel-2025
Mart’nália: a cantora veio de vampiro na bateria da Vila Isabel (Tata Barreto/Riotur)

+ Lexa se emociona com homenagem da Unidos da Tijuca

A comissão de frente, coreografada por Alex Neoral e Márcio Jahú, trouxe ainda os atores José Loreto, encarnando o diabo, e Amaury Lorenzo, como Jack, que, segundo uma lenda irlandesa, conseguiu enganar o diabo duas vezes. Ao morrer, ele foi rejeitado tanto pelo céu como pelo inferno, sendo condenado a vagar pela Terra eternamente, com uma brasa para iluminar seu caminho. Ele a colocou dentro de um nabo oco, criando, assim, a primeira Jack-o’-lanterna.

Continua após a publicidade

Uma bruxa voadora que trazia a bandeira da escola, um barco que se movia simulando o movimento do mar e um carro inspirado na animação Monstros S.A., inclusive com esculturas dos personagens Sulley e Mike Wazowski, representando o temido bicho-papão. A apresentação proposta por Paulo Barros dividiu opiniões.

+ Fernanda Torres será destaque em carro alegórico no desfile das campeãs

Um dos quesitos mais aplaudidos foi a bateria do mestre Macaco Branco, que, entre os mascarados, contou com Mart’nália e Enzo Andrade, filho mais velho de Macaco Branco e da musa Dandara Oliveira. A escola trouxe também um sanfoneiro, Ivan Viana, o que rendeu elogios.

+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

Publicidade

Essa é uma matéria fechada para assinantes.
Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Domine o fato. Confie na fonte.
10 grandes marcas em uma única assinatura digital
Impressa + Digital no App
Impressa + Digital
Impressa + Digital no App

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

Assinando Veja você recebe mensalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Assinantes da cidade do RJ

a partir de 49,90/mês

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.