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Rio poderá ter rei momo nascido em outra cidade em 2018

Depois de não entregar as chaves da cidade em 2017, Marcelo Crivella decide quebrar outra tradição

Por Redação Veja Rio Atualizado em 14 set 2017, 15h07 - Publicado em 14 set 2017, 14h16
Fernando Maia/Riotur

Depois de ser o primeiro prefeito em 33 anos a não entregar as chaves da cidade ao Rei Momo e à Rainha do Carnaval em 2017, Marcelo Crivella decidiu quebrar outra tradição em 2018. Mas a próxima novidade é bem menos polêmica. Pela primeira vez, o concurso que escolhe os donos do Rio nos quatro dias de folia aceitará inscrições de pessoas nascidas em outros municípios.

Tirando a naturalidade, os antigos pré-requisitos se mantêm. A simpatia e samba no pé continuam sendo diferenciais para o júri de 13 especialistas que escolherá na final de 27 de outubro os únicos monarcas possível da nossa combalida república. Os concorrentes a rei devem ter entre 18 e 55 anos e as postulantes à rainha, de 18 a 40. É digno de nota o fato de se cobrar apenas delas beleza de rosto, harmonia de linhas físicas e desembaraço. Em pleno 2017, é bem discutível a opção por esses, digamos, atributos.

Abertas até o próximo dia 22, as inscrições podem ser feitas de segunda a sexta, das 10h às 17h, na Cidade das Artes, na Barra. Os escolhidos para Rei Momo e Rainha levam, além de cetro, faixa e coroa, R$ 30 mil. O vice-rei (sim, ele existe) ganha faixa e R$ 3.500. E o terceiro colocado, um troféu de consolação. Já a primeira e segunda princesas têm direito a faixa, tiara e R$ 22.500.

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