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Projeto da Ciclovia da Niemeyer só previu ondas de até 2,5 metros de altura

Trecho da Ciclovia desabou no dia 21 de abril deste ano, quatro meses após a inauguração. De acordo com o estudo, consórcio não tinha experiência para realizar obra

Por Redação VEJA RIO
Atualizado em 5 dez 2016, 11h18 - Publicado em 30 Maio 2016, 16h46

Um mês após parte do trecho da Ciclovia da Niemeyer desabar, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) apontou que o projeto da obra, executado pelas empresas Contemat Engenharia e Geotécnica S/A e Concrejato Serviços Técnicos de Engenharia S/A, só previu o impacto de ondas de até dois metros e meio de altura. O diagnóstico foi elaborado por seis engenheiros do Crea houve falta de estudos preliminares dos efeitos das ondas sobre a estrutura suspensa da ciclovia.

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De acordo com o estudo houve ainda falha ao retirar a obrigatoriedade de experiência pelo consórcio. Há pouco mais de duas semanas, o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), do Governo do Estado, constatou falha no projeto estrutural. Ambas as empresas estão proibidas de participar de processos de licitação de obras de estrutura. 

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A Ciclovia da Niemeyer, orçada em R$ 44 milhões de reais, ficou pronta em janeiro deste ano. Duas pessoas morreram na tragédia. 

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