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Professores da rede particular aderem à paralisação desta quarta

O movimento organizado por sindicatos de todo país é um protesto contra a reforma trabalhista e da previdência

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 14 mar 2017, 16h03 - Publicado em 14 mar 2017, 15h17

Professores de algumas escolas particulares do Rio vão aderir à paralização nacional desta quarta (15), como forma de protesto contra as propostas da reforma trabalhista e da previdência. É esperada também a adesão de profissionais da rede pública de educação. O protesto é uma resposta à convocação nacional feita por sindicatos. Além das pautas sobre as reforma trabalhista e da previdência, os profissionais da educação ainda reivindicam questões específicas da área como a reforma do ensino médio e o movimento Escola Sem Partido.

Entre as instituições que já avisaram aos pais que não terão aula nesta quarta estão o Colégio São Vicente de Paulo, no Cosme Velho; Colégio Teresiano, na Gávea; Colégio Andrews, no Humaitá; Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), em Santa Teresa; Colégio Franco Brasileiro e Escola EDEM, em Laranjeiras; Colégio Santo Inácio e Escola Sá Pereira, em Botafogo e Santo Agostinho, unidade do Leblon. A recomendação é de que os pais entrem em contato com cada escola para saber se haverá ou não aulas.

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