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Prefeitura para projeto de academias da terceira idade e idosos reclamam

Rio ao Ar Livre ficou parado entre maio e junho por fim de vigência do contrato

Por Redação VEJA RIO - 9 jul 2018, 14h18

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A prefeitura interrompeu entre maio e junho as atividades do projeto Rio ao Ar Livre, que oferecia aulas de ginástica para cariocas na 3ª idade. A informação foi divulgada nesta segunda (9) pelo jornal O Globo.

Oficialmente retomada desde o último dia 19, a iniciativa ainda não voltou ao ritmo normal de funcionamento em diferentes pontos da cidade. As praças do Lido, em Copacabana e da Cruz Vermelha, no Centro, são alguns deles. Em locais como Guadalupe, na Zona Oeste, a interrupção do projeto aconteceu na virada de 2016 para 2017. “Há quase dois anos não tem mais professor aqui, ainda era o antigo prefeito”, comentou o morador do Leme Floriano Marcolino, de 78 anos, em entrevista ao Globo.

De acordo com a reportagem, o Rio ao Ar Livre teve a operação interrompida entre 29 de maio e 19 de junho por conta do fim da vigência do contrato anterior. Depois disso, a prefeitura firmou um contrato de emergência, com validade até 16 de dezembro de 2018 e no valor de R$ 5,24 milhões para reativar 135 dos 309 grupos de ginástica. A redução na abrangência do projeto se deu por motivos orçamentários. “Os núcleos estão sendo retomados paulatinamente”, informou ao jornal o Tribunal de Contas do Município.

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