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Pezão sanciona lei que cria Dia Marielle Franco

A data escolhida é 14 de março, dia em que a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, foram mortos

Por Redação VEJA RIO - 19 jul 2018, 17h25

O Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, Sancionou nesta terça-feira (17) a lei que transforma o dia 14 de março em “Dia Marielle Franco – dia de luta contra o genocídio da mulher negra” em todo o estado. A data é a mesma em que a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, foram mortos a tiros quando deixavam a Casa das Pretas, onde Marielle havia participado de um debate. A medida foi publicado no Diário Oficial desta quarta (18). O texto é da deputada estadual Enfermeira Rejane (PCdoB).

Na data, instituições públicas e privadas deverão promover debates e palestras com o para incentivar a reflexão sobre o assassinato de mulheres negras no Brasil. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência de 2017, desenvolvido pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), revelou que jovens negras entre 15 e 29 anos têm o dobro de chances de serem mortas em relação às brancas da mesma faixa etária.

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