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Pesquisa mostra que poluição da água representa risco para atletas

Chance de contaminação na Baía, em Copa e na Lagoa chega a 99%

Por Redação Veja Rio - Atualizado em 5 dez 2016, 12h01 - Publicado em 30 jul 2015, 19h41

A Baía de Guanabara, a praia de Copacabana e a Lagoa Rodrigo de Freitas tiveram suas águas reprovadas numa avaliação dos níveis de poluição divulgada hoje. De acordo com o levantamento, quem nada ou veleja nesses locais (que receberão provas durante as olimpíadas) fica exposto a vírus que causam febre, diarreia e vômitos – entre outros problemas.

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Um desses vírus é o adenovírus humano. No sul da Califórnia, os especialistas que monitoram as praias ficam em alerta sempre que a concentração desse vírus por litro ultrapassa 1.000 unidades. A pesquisa realizada no Rio mostrou que, na Lagoa Rodrigo de Freitas, essa concentração varia entre 14 milhões e 1,7 bilhão de adenovírus por litro.

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Por conta disso, os pesquisadores afirmam que o risco de contrair infecções ao se entrar em contato com essas águas gira em torno de 99%. Em casos extremos, a contaminação pelo adenovírus e outros vírus encontrados pode causar doenças cerebrais e cardíacas. No ano que vem, mais de 1.000 atletas devem nadar ou velejar pelas águas do Rio durante as Olimpíadas.

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