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Parque da Tijuca recomenda vacinação contra a febre amarela

Os visitantes têm sido alertados desde que quatro macacos terem sido encontrados mortos, no bairro da Usina, nos arredores da reserva

Por Redação VEJA RIO - 25 jan 2018, 18h10

A direção do Parque Nacional da Tijuca recomenda aos visitantes que não frequentem o local sem serem vacinados contra a febre amarela. A medida entrou em vigor depois de quatro macacos terem sido encontrados mortos, no bairro da Usina, nos arredores da reserva, na semana passada.

Análises preliminares da FioCruz indicam que os animais morreram por envenenamento, mas a decisão foi mantida por precaução, de acordo com o diretor do Parque Nacional da Tijuca, Ernesto Viveiros de Castro.

Funcionários do Instituto Jorge Vaitsman, órgão municipal responsável pela necrópsia dos macacos encontrados mortos no estado receberam 104 corpos de primatas, só neste mês. Eles constataram sinais de agressões e envenenamento em pelo menos 50%.

Segundo especialistas, matar os macacos coloca a população em risco. Os animais não transmitem febre amarela, e o seu desaparecimento das matas aumenta a possibilidade de os mosquitos silvestres que carregam o vírus da doença, buscarem o sangue de humanos para se alimentarem.

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