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Pabllo Vittar pede respeito aos LGBTI na parada Gay de Copacabana

Preta Gil, Valesca Popozuda e Daniela Mercury foram outras cantoras que participaram da manifestação

Por Redação Veja Rio - 20 nov 2017, 13h55
Tânia Rego/Agência Brasil

A cantora e drag queen Pabllo Vittar comandou neste domingo (19) um dos seis trios elétricos da 22ª Parada do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexuais). Durante o evento, a artista criticou uma briga pedindo respeito ao público presente e à ocasião.

“Queremos respeito, meu amor. Se a gente quisesse brigar, não estaríamos aqui”, disse Pabllo. Entre os 800 mil participantes, havia críticos do presidente Michel Temer e do prefeito Marcelo Crivella. De acordo com os organizadores, a luta por direitos iguais e o combate à intolerância, ao preconceito e ao ódio são alguns dos objetivos do evento, que teve sua realização ameaçada em 2017 devido à falta de dinheiro para o aluguel dos trios elétricos e a contratação de artistas.

O estado do Rio ocupou o terceiro lugar no ranking que contabiliza número de mortes de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais do Grupo Gay da Bahia. De acordo com a última edição do levantamento, o território fluminense registrou 30 assassinatos do tipo em 2016, quantidade de homicídios menor apenas do que as verificadas em São Paulo (49) e na Bahia (32). A situação é preocupante e qualquer tipo de mobilização que defenda uma mudança desse cenário é bem-vinda.

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