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Nas redes, campanha pede prisão domiciliar a mulher de Nem

Irmã de Danúbia Rangel compara a primeira-dama do tráfico a Adriana Ancelmo, mulher de Cabral, que teve o pedido de prisão domiciliar acatado em abril

Por Redação VEJA RIO 16 out 2017, 15h50

Uma campanha nas redes sociais pedindo o benefício da prisão domiciliar a Danúbia Rangel, mulher do traficante Nem, da Rocinha, começou na última quarta-feira (11) na página de Telma Rangel, irmã da “viúva-negra” do tráfico.

Em seu perfil, Telma postou uma foto de Danúbia, presa no dia 10, na Ilha do Governador, com a seguinte legenda: “#Campanha, mulher do Cabral em prisão domiciliar. #Danúbia também é digna a (sic) prisão domiciliar!!!”. Na publicação, que tem mais de 250 curtidas em cinco dias, também há o pedido de compartilhamento da mensagem, que já foi atendido 166 vezes.

Reprodução/Facebook

Entre os comentários, há mensagens de apoio para a família da primeira-dama da Rocinha, críticas à administração de Cabral e muitas menções a Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador que está sendo investigada por corrupção e lavagem de dinheiro, mas seguiu para prisão domiciliar em abril deste ano. Na ocasião, a Justiça acatou a alegação de que os filhos do casal sofriam com a ausência dos pais.

“Eu apoio!! Adriana Ancelmo roubou milhões, várias pessoas morrendo em hospitais, e ela viajando e comprando joias!! Todos têm o direito de errar, na primeira Dada (apelido de Danúbia) ficou muito mas (sic) tempo q ela! E ela mesmo ficando pouco ainda conseguiu uma domiciliar? Pq ela veio da cobertura e a Dada da favela? Cadê a constituição? Não somos todos iguais?”, comenta um usuário, que faz referência à primeira prisão da “xerifa” do tráfico, em 2014.

Na ocasião, a loira ficou presa por cerca de um ano e oito meses antes de ser solta, em março de 2016. Mas, apenas uma semana depois, Danúbia foi condenada a 28 anos de prisão por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção ativa. Ela estava foragida desde então.

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