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Motoristas de ônibus decidem aderir à paralisação de sexta (28)

Em apoio à "Greve Geral", coletivos param de circular a partir da meia-noite

Por Redação Veja Rio - 25 abr 2017, 16h41

A “Greve Geral” contra a Reforma da Previdência, que vem sendo amplamente divulgada por movimentos populares, ganhou o apoio de mais uma categoria. O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do Rio de Janeiro (Sintraturb RJ) decidiu, na última segunda (24), aderir à paralisação nacional do dia 28 de abril. De acordo com o presidente do sindicato, Sebastião José, os coletivos param de circular a partir da meia-noite de sexta e não foi discutido o percentual que sairá das garagens.

Sebastião também explicou que, além da paralisação de 24 horas, a categoria vai para a frente da sede da Prefeitura do Rio. O objetivo é pedir ao prefeito Marcelo Crivella para proibir a terceirização no setor. Segundo ele, os motoristas e cobradores não tem nada a ver com o aumento ou não das tarifas.

“Além da paralisação que começa na madrugada de sexta-feira, estaremos reunidos às 8h30 na porta da prefeitura da cidade para entregar ao prefeito um encaminhamento de um aditivo pedindo que seja baixado um decreto proibindo a terceirização no setor de transporte coletivo da cidade. O mesmo aditivo será encaminhado para os representantes das empresas de ônibus. Se as tarifas não são reajustadas, isso é um problema entre as empresas e a prefeitura. Não temos nada com isso”, diz.

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