Clique e Assine a partir de R$ 3,90/mês

Milícia de Itaguaí tinha membro acusado de integrar Estado Islâmico

Conhecido como Alcaida, Diego Chaar foi acusado em 2015 de ameaçar judeus em Miami

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 2 ago 2018, 17h32 - Publicado em 2 ago 2018, 14h46
Polícia Civil/Divulgação

Diego Caldeira de Andrada Chaar foi preso nesta quinta (02) pela Polícia Civil. Conhecido como Alcaida, ele extorquia comerciantes e fazia segurança armada para uma milícia que atuava na região de Itaguaí após ter sido deportado dos EUA por acusações de fazer parte do Estado Islâmico.

As denúncias que levaram à deportação de Diego datam de março de 2015. Na ocasião, ele foi detido por ameaças a frequentadore de uma sinagoga de Miami. De acordo com relatos, o futuro miliciano teria gritado à época que “cabeças seriam cortadas”, entre outras ameaças. A situação gerou sua prisão e investigações que comprovaram sua ligação com a organização terrorista muçulmana. As informações são do jornal O Dia.

Já no Brasil, Diego chegou a ser preso em maio na Rio-Santos por receptação e porte ilegal de arma. Na operação desta quinta, ele foi um dos 42 detidos até as 12h por ligações com o grupo comandado por Wellington Silva Braga, o Ecko. Além dos 42 mandados de prisão ,outros 90 documentos autorizando operações de busca e apreensão foram emitidos para operação, que se desenrola em bairros da Zona Oeste carioca e no município vizinho de Itaguaí.

  • Publicidade