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Sushiman morto em Rio das Pedras: suspeito participou de outros homicídios

Gerlan Oliveira, que é miliciano e mandou matar Ramon Pereira de Souza após presenciar briga dele com outro homem, está foragido

Por Da Redação
Atualizado em 11 jul 2024, 19h14 - Publicado em 11 jul 2024, 17h45

A Justiça do Rio expediu um mandado de prisão contra o miliciano Gerlan Anacleto Oliveira, que está foragido. Ele é suspeito de ser o mandante do assassinato do sushiman Ramon de Sousa Reis Pereira em Rio das Pedras, na Zona Oeste. O rapaz, de 26 anos, foi baleado depois de discutir com um homem, também suspeito de ser miliciano da região.

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Segundo informações da Delegacia de Homicídios da Capital obtidas pelo portal G1, Gerlan presenciou a briga e mandou matar Ramon. A Polícia Civil o indiciou em quatro inquéritos por homicídio e ocultação de cadáver de diferentes vítimas na região. Uma dessa investigações aponta que Gerlan foi um dos participantes do crime contra Nathan Fernandes Pereira, 19 anos. Com Gerlan, foram denunciados e são réus no processo Otávio Rodrigues de Brito e João Henrique Pedro da Silva, o Pezão, apontado como um dos chefes da milícia de Rio das Pedras.

De acordo com as investigações da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), Nathan teria tido um relacionamento com a então namorada de Otávio. Antes do crime, ele viu mensagens entre Nathan e sua namorada no aplicativo de mensagens de uma rede social. Quando os três abordaram a vítima, encontraram no celular dele mensagens em que ele dizia que “milicianos tinham que morrer e que não valiam nada”, além de trocas de mensagens com a namorada de Otávio.

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Nathan trabalhava na Gardênia Azul, comunidade de Jacarepaguá que está sob domínio do Comando Vermelho, facção que se tornou a maior rival da milícia na região. Os milicianos suspeitaram que a vítima poderia levar informações da quadrilha para traficantes. Por causa disso, Nathan foi levado no carro de Gerlan para a localidade conhecida como Areal, em Rio das Pedras, e executado a tiros. Depois, o corpo da vítima foi ocultado pelos criminosos, e nunca foi encontrado até hoje. O carro de Gerlan era conhecido em Rio das Pedras, segundo as investigações, como o “carro do passeio”.

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