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Livro traz fotos do público que vibrou com a Olimpíada Rio

As imagens não foram capturadas apenas nas quadras; a trupe saiu pela cidade clicando os fãs do esporte em festas e assistindo às competições pela TV

Por Heloíza Gomes - 23 dez 2016, 00h00
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Acabou de sair do forno o livro Torcedores (Editora Arte Ensaio), de Thiago Facina, em coautoria com seus alunos de fotografia. A obra traz fotos do público que vibrou com a Olimpíada e a Paralimpíada do Rio. Detalhe: as imagens não foram capturadas apenas nas quadras; a trupe saiu pela cidade clicando os fãs do esporte em festas, assistindo às competições pela TV, nas ruas e na Lagoa (foto). A ideia surgiu durante os Jogos Pan-Americanos de 2007, quando o fotógrafo percebeu que tinha mais interesse no que acontecia nas arquibancadas do que nas disputas. “Rapidamente, dividi o público em dois: alguns indivíduos são apenas plateia, outros são torcedores. Estes pretendem interferir diretamente no placar vaiando o adversário, empurrando seus ídolos aos berros”, explica.

350 000 turistas…

…vão desembarcar no Pier Mauá até abril durante a temporada de cruzeiros. Só na semana entre o Natal e o réveillon, seis embarcações aportarão ali. O recorde será no período que antecede o Carnaval, com a chegada de sete navios, abarrotados de gente doida para conhecer a folia carioca. Em março é a vez de o luxuoso Le Soléal atracar na cidade. Vale registrar: essa  é a primeira embarcação comercial a fazer a ligação entre o Atlântico Norte e o Oceano Pacífico.

Cantinho boêmio

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Escondido na esquina das ruas Júlia Lopes de Almeida e Conceição, no Centro, o discreto Botequim do Jóia tinha tudo para passar despercebido. Mas o estabelecimento, inaugurado em 1909, atravessou o século e virou patrimônio da cidade. Tanto que, agora, o cenário histórico será palco do longa Chocante, de Johnny Araújo, com estreia prevista para julho. O bar é um dos pontos de encontro de Téo (Bruno Mazzeo), Tim (Lúcio Mauro Filho), Toni (Bruno Garcia) e Clay (Marcus Majella), que formaram uma banda de sucesso nos anos 1990 e se reúnem vinte anos depois.

Dinheiro de bamba

Reprodução

Para fechar o ano do centenário do samba, a Casa da Moeda, em parceria com o Museu do Samba, lançou uma medalha comemorativa, em edição limitada. São apenas 600, confeccionadas em prata dourada, prata e bronze. Cada uma traz, de um lado, uma mão tocando pandeiro e, do outro, um disco que faz referência à primeira música do gênero, Pelo Telephone, de Donga. “Trata-se de mais um símbolo dessa importante celebração de afirmação do nosso samba”, afirma Nilcemar Nogueira, diretora do museu e neta de Cartola.

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