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Livro infantil faz uma viagem lúdica pelo Rio

Misturando aprendizado, diversão e interação com a geografia da cidade, saiu do forno a obra de Ana Luiza Badaró Braga

Por Heloíza Gomes Atualizado em 2 jun 2017, 11h52 - Publicado em 2 dez 2016, 19h43

Um bruxo, uma princesa e um rei levam o leitor a uma viagem pelo Rio de Janeiro. De forma lúdica, a história revela a formação dos principais monumentos naturais da cidade, como a Pedra da Gávea e os morros do Corcovado e Dois Irmãos. Misturando aprendizado, diversão e interação com a geografia da cidade, saiu do forno o novo livro infantil de Ana Luiza Badaró Braga, O Rei que Amava Música (Editora Guarda-Chuva), ilustrado com belas imagens de Ionit Zilberman. 

Baile à moda antiga 


Ricardo Gama_Divulgação
Ricardo Gama_Divulgação

A ideia é reviver o clima dos antigos cabarés. Misturando números de teatro, dança e circo, Rio Baile Show conta a história da evolução da música na cidade, passando pela bossa nova, a jovem guarda, a black music e, é claro, o teatro de revista e suas vedetes. No final, os atores convidam o público a tomar a pista para um grande baile. Além de homenagear o cancioneiro popular, a produção marca a abertura do Pavilhão de Cultura, novo espaço do Rio Scenarium, na Lapa, aberto a partir de quarta (7). “A escolha do local não foi por acaso. Ele nos deixa a sensação de que entramos em uma máquina do tempo”, avalia o diretor Rui Cortez.

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Pequena e graciosa


PorStock_ISTOCK
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Os cariocas aderiram de vez às suculentas — não foi à toa que as plantinhas estiveram presentes nas últimas grandes mostras de paisagismo e decoração da cidade. Elas estão por toda parte, na mesa do escritório, na sala de estar e até no banheiro. O modismo tem lá seus motivos. Pequenas e graciosas, elas não demandam muitos cuidados. “São resistentes ao sol e basta molhá-las uma vez por semana, com um pulverizador. Aliás, o nome suculenta é porque elas já têm água no seu interior”, explica Gustavo Coimbra, gerente da Chácara Tropical. Outra vantagem: são mais baratas que as concorrentes ornamentais. “Custam de 4 a 40 reais e não morrem nunca. Só não dá para abafá-las em um lavabo que fique fechado a maior parte do tempo. Elas necessitam de ar”, ensina Coimbra.

100 000 passageiros por dia…

…circulam pela Linha 4 do metrô, que foi inaugurada em setembro deste ano para ligar a Barra a Ipanema. O número deve aumentar a partir de dezembro, já que o horário de funcionamento será estendido —passa a ser de segunda a sábado, das 5 horas à meia-noite, e aos domingos e feriados, das 7 às 23 horas. Outra boa notícia é que, com a integração total das Linhas 4 e 1, prevista para o início de 2017, não haverá mais a necessidade de baldeação na Estação General Osório. 

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