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Em mais um capítulo do lago da discórdia, Neymar tenta recorrer de multa

Jogador foi multado quatro vezes por irregularidades na obra, em Mangaratiba, totalizando 16 milhões de reais; MP é favorável a nova interdição do local

Por Da Redação
Atualizado em 1 ago 2023, 16h19 - Publicado em 1 ago 2023, 16h18

Neymar recorreu à prefeitura de Mangaratiba para não pagar multas ambientais aplicadas por conta da construção de um lago artificial em sua casa, no Condomínio Aero Rural, no município da Costa Verde do Rio. O valor das infrações ultrapassa 16 milhões de reais. Segundo a prefeitura, o recuso do processo administrativo foi apresentado pelos advogados do jogador no dia 24 de julho e vem sendo analisado junto ao setor jurídico, que terá um prazo de 60 dias para dar um parecer. Na semana passada, o Ministério Público solicitou a manutenção da interdição das obras do lago artificial. A decisão foi da 3ª Procuradoria junto à 6ª Câmara de Direito Público, que acatou o pedido. A notificação foi entregue à defesa do atleta no dia 3 de julho.

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Há 23 dias, a Secretaria de Meio Ambiente de Mangaratiba recebeu uma denúncia anônima de crime ambiental na propriedade de Neymar, devido à construção de um lago artificial no local. Em vistoria, os agentes da prefeitura constaram irregularidades na obra, que resultaram em quatro infrações. Sem licença, ela envolveu manejo de areia, pedras e até corrente de água que, segundo o município, seria extraviada do córrego do Rio Furado, riacho próximo da região. A notificação das multas foi entregue a Neymar no dia 3 de junho. O parecer jurídico da Secretaria de Meio Ambiente foi encaminhado para o MP, a Polícia Civil, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, entre outros órgãos de controle ambiental.

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A obra também fazia parte de um reality show do grupo Genesis Experience que está em sua quarta edição. A área chegou a ser interditada, mas foi reaberta após o juiz Richard Robert Fairclough, da vara única de Mangaratiba, atender a uma liminar apresentada pelo pai de Neymar, que pedia a liberação do lago artificial sob alegação de que a obra foi alvo de um ato de medida administrativa. A defesa do jogador não se manifestou sobre o caso.

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