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Inca vai manter terceirizados até o fim do ano

Acordo foi fechado entre representantes do Inca e do Ministério Público do Trabalho (MPT) e será assinado nesta terça (1º)

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 5 dez 2016, 11h57 - Publicado em 1 set 2015, 19h02

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou na noite de segunda (31) que o contrato com a Fundação Ary Frauzino para Pesquisa e Controle do Câncer (FAF) será prorrogado até o fim do ano, o que garantirá a continuação de parte de seus 583 funcionários terceirizados na instituição neste período. O acordo foi fechado entre representantes do Inca e do Ministério Público do Trabalho (MPT) e será assinado nesta terça (1º), em Brasília.

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O objetivo, segundo o instituto, é que os funcionários da FAF possam transferir conhecimento para os servidores recém-ingressados. O prazo para que estes prestadores fossem demitidos terminava nesta segunda, segundo a decisão do Tribunal de contas da União (TCU) de 2006.

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Em nota, o Inca informou que 290 aprovados no último concurso, realizado no ano passado, já estão trabalhando. A seleção aprovou 543 pessoas e está em sua quarta convocação. Ainda de acordo com o Inca, desde 2006 foram substituídos mais de 1.600 funcionários da FAF.

 

 

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