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Fotógrafa registra o Rio enquanto se desloca por meios de transporte

Histórias e curiosidades sobre o Rio e seus habitantes

Por Heloiza Gomes - Atualizado em 2 jun 2017, 12h21 - Publicado em 14 nov 2015, 00h00

Molduras urbanas

Pela janela do carro, da barca ou do ônibus. Parece música da cantora Adriana Calcanhoto, mas essa é a melhor maneira de definir o trabalho da fotógrafa Mirian Fichtner, que registrou cenas do Rio do ponto de vista de quem se desloca por diferentes meios de transporte. O resultado está no livro Rio — Um Olhar Viajante. Por três meses, Mirian circulou pela cidade, mirando a objetiva de forma que cada imagem tivesse uma moldura, como o sobrado grafitado na Lapa (foto). “Quis retratar o movimento, não apenas revelar os cartões-postais, mas capturar panoramas do cotidiano, da história, das intervenções na paisagem. É um recorte do Rio, com o enquadramento do olhar do passageiro do transporte público”, afirma a gaúcha, que há trinta anos vive aqui. O livro será distribuído gratuitamente em diversos eventos abertos ao público. O primeiro acontece na segunda (23), às 20 horas, na La Fiorentina, no Leme.

Alerta contra a seca

O Quinze, romance de estreia de Rachel de Queiroz (1910-2003), é o fio condutor do projeto de conscientização do uso sustentável dos recursos hídricos que acontece no Centro Cultural Correios. Batizada de O Quinze de Queiroz, a iniciativa é voltada para crianças e adolescentes, de 6 a 17 anos, e prevê seis encontros com dinâmicas teatrais, oficinas de leitura, música, artes visuais e palestras. Todas as atividades farão referência à icônica obra de Rachel de Queiroz, que aborda a grave seca que abalou o sertão nordestino em 1915. “Promover a diversidade no exercício da cidadania por meio da arte é o que queremos”, explica João Ruy, diretor do Instituto Pertencer. O evento, gratuito, acontece de sexta (20) a domingo (22), e no fim de semana seguinte.

O Quinze
O Quinze

Casamento das galaxias

Neste ano tem novidade na Jedicon, convenção dos fãs de Star Wars, que acontece no Planetário da Gávea, nos dias 28 e 29 de novembro. Além das palestras, dos concursos de cosplay e da extensa programação, haverá casamento. E não é de brincadeirinha, não. Na cerimônia, a noiva poderá subir ao altar vestida de Princesa Leia, o noivo, de Darth Vader e os padrinhos, de cavaleiros Jedi. O pacote sai por 26 000 reais e inclui Dia da Noiva em hotel, espumante importado, transporte ao Planetário e registro em vídeo dos preparativos. Uma opção mais barata, chamada Jedi, permite reunir até quatro casais, pelo preço de 4 600 cada um.

Jedi-con
Jedi-con

8 minutos…

…será o tempo de duração do conserto dos buracos nas ruas do Rio, que agora passará a ser executado por veículos totalmente automatizados. Os novos caminhões da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos começarão a ser utilizados em dezembro. Atualmente, a chamada operação tapa-buraco demora cerca de quinze minutos e envolve um caminhão, um rolo compactador de asfalto e cinco profissionais. Os veículos foram testados, e aprovados, na pavimentação da Usina de Asfalto Antônio Ramos, no Caju.

Pin-ups rodriguianas

A partir de domingo (15), a escadaria da Livraria da Travessa de Ipanema ganhará uma instalação de lambe-lambes criados por Marcelo Serpa para o filme Ninguém Ama Ninguém… Por Mais de Dois Anos. O longa, de Clovis Mello, é baseado em cinco contos da coluna A Vida Como Ela É, de Nelson Rodrigues (1912-1980), publicada no jornal Última Hora, na década de 50. Os desenhos, inspirados nas pin-ups do mesmo período, são do ilustrador americano Michael Koelsch.

Ninguém Ama Ninguém...Por Mais de Dois Anos
Ninguém Ama Ninguém…Por Mais de Dois Anos
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