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Ex-primeira dama do Rio, Adriana Ancelmo faz refeições com outras detentas em Bangu

Com brincos e pulseira, a advogada fez a foto assim que chegou ao complexo penitenciário, em Bangu

Por Redação VEJA RIO 7 dez 2016, 17h16

Acostumada a uma vida de luxo, com direito a joias, roupas de grife e viagens internacionais, a ex-primeira dama do Rio Adriana Ancelmo passou sua primeira noite na Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souzo, no Complexo Penitenciário de Gericinó. Moradora do Leblon, a advogada está em uma cela individual de seis metros quadrados composta por um beliche, chuveiro, pia e vaso sanitário.

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Sem acesso à restaurantes cinco estrelas, a ex-primera dama tem à disposição um menu restrito: arroz ou macarrão, feijão, farinha, carne branca ou vermelha (carne, peixe, frango), legumes, salada, sobremesa e refresco no jantar; e pão com manteiga e café com leite, no café da manhã.

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Adriana foi presa, na tarde de terça (6), cumprindo a decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio. Ela é a acusada de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa pela força-tarefa da Lava-Jato no Rio. Na mesma data, o ex-governador e outras 11 pessoas se tornaram réus.

 

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