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Andrea Natal: “Estou no lugar certo e na hora certa”

Executiva à frente do icônico hotel Copacabana Palace, Andrea Natal acredita que o sucesso da Copa ajudou a reafirmar o perfil acolhedor do carioca

Por Da Redação Atualizado em 5 dez 2016, 12h43 - Publicado em 21 set 2014, 15h32

Nos anos 90, ela foi a primeira mulher a lidar diretamente com os hóspedes no Front Office do Copacabana Palace. Partindo da gerência da recepção, Andréa Natal subiu todos os escalões até chegar ao posto de gerente geral do estabelecimento, sendo a primeira mulher a ocupar esse cargo num hotel de grande porte da rede Orient Express. Hoje, a embaixadora do movimento Com o Rio de Braços Abertos é a principal anfitriã do hotel e um exemplo de executiva bem-sucedida e antenada com tudo o que acontece com o turismo na cidade.

 

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Sua carreira é marcada desde o início por um misto de pioneirismo, ousadia e grandes responsabilidades. Do que você mais se orgulha ao longo da sua trajetória? Teria feito alguma coisa diferente?

Comecei minha carreira muito cedo, tendo trabalhado com profissionais exemplares. Me orgulho de ter sido escolhida a primeira mulher da Orient-Express, hoje Belmond, a dirigir um hotel do porte do Copacabana Palace. Não teria feito nada de diferente.

 

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Como você enxerga hoje o turismo no Rio de Janeiro? Olhando para os próximos anos, o que você antevê?

O Rio é e sempre será a porta de entrada do Brasil. Permeia o desejo ou o sonho de todo o mundo. Com o turismo, precisamos avançar em segurança, estrutura e, sobretudo, profissionalizar a nossa mão-de-obra. E vejo de forma muito positiva os próximos anos, em função do exemplo da Copa do Mundo, que foi um sucesso, reafirmando o nosso perfil acolhedor.

 

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Como é morar no local de trabalho, especialmente num hotel do porte do Copa? Complica na hora de separar a vida pessoal da profissional?

Morar no Copa é maravilhoso! Não atrapalha em nada a minha vida pessoal, pelo contrário, facilita em muitas coisas, como não ter compromissos com o dia-a-dia de uma dona de casa.

 

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De que forma o Rio te inspira no quesito trabalho?

Estou no lugar certo e na hora certa. Saio do escritório e dou uma volta na piscina. É nela que encontro as minhas inspirações.

 

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Que novidades podemos esperar do Copa, especialmente agora que a rede hoteleira da cidade está em franca expansão por conta dos Jogos de 2016?

O Copa, desde que foi comprado pela Orient-Express, hoje Belmond, não deixou de investir. Todo o ano tem um novo projeto. O próximo será a reforma do Teatro, ainda sem data definida.

 

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Na sua opinião, o que é estar “Com o Rio, de Braços Abertos”?

É estar sempre focada em fazer coisas que beneficiem a cidade. É fazer o bem. Uma ação nesse sentido foi abrir o hotel para visitas das escolas vizinhas, desmistificando e reafirmando que o Copa está aberto para receber todo o mundo. Além das escolas, investir na equipe de profissionais do Hotel.

 

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Seu lugar preferido no Rio:

Minha casa!

 

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Um achado imperdível na cidade:

Ir à floresta da Tijuca e vislumbrar a cidade a partir da Vista Chinesa.

 

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Um carioca (de nascimento ou de coração) que te inspira (e o motivo):

Lenny Niemeyer. Ela é a pessoa que melhor traduz o lifestyle carioca, sempre de portas abertas e com aquele sorriso no rosto.

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