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Donos de empresas de ônibus querem tarifa a R$ 5,30

Segundo estudo, o valor seria uma forma de atender a exigências feitas pela prefeitura para a operação do serviço, entre elas a climatização da frota

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 1 Maio 2017, 14h25 - Publicado em 1 Maio 2017, 14h23

A Secretaria Municipal de Transportes está analisando o resultado de uma auditoria contratada pelo Rio Ônibus em parceria com consórcios da cidade que prevê uma tarifa mínima de pelo menos R$ 5,30 para os ônibus. Comandado pela empresa EY (antiga Ernest & Young), o estudo foi encomendado em 2013 para atender a uma cláusula do contrato com a prefeitura. Segundo o levantamento, o valor sugerido seria uma forma de atender a exigências feitas pela prefeitura nos últimos anos para a operação do serviço. Entre elas, está a climatização de todos os coletivos.

O cálculo do estudo levaria em consideração ainda fatores como o aumento por decreto do município do prazo de validade do bilhete único de duas horas para duas horas e meia e a ampliação do direito à gratuidade para estudantes universitários.

Na última semana, a juíza Luciana Losada Albuquerque Lopes, da 8ª Vara de Fazenda Pública, determinou o início do processo de revisão tarifária no mesmo processo em que o Ministério Público Estadual questiona a razão pela qual toda frota não foi climatizada até o fim de 2016, como acordado anteriormente. No entanto, de acordo com a Procuradoria Geral do Município (PGM), o processo de revisão da tarifa  já começou, só que ainda não há uma avaliação técnica para definir se o valor proposto é viável.

 

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