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Documentário conta histórias da Estação Primeira de Mangueira

Na obra de Pedro von Krüger, personagens históricos relembram a trajetória da escola, campeã de dezessete carnavais

Por Heloíza Gomes - 24 mar 2017, 21h39
Arquivo Nacional/Divulgação

“A gente saía disposto a tudo, a bater, a apanhar, a quebrar botequim.” Assim o glorioso sambista Cartola (1908-1980) resumia a rotina do Arengueiros, bloco de uma turma da pesada do qual fez parte. A incompatibilidade entre a arruaça da gangue e o desejado flerte com as moçoilas que enfeitavam os cortejos mais comportados do morro levou o compositor de As Rosas Não Falam e outros pioneiros à busca de uma forma mais pacífica de curtir o Carnaval. Assim nasceu, em 28 de abril de 1928, a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Essas e outras histórias chegam ao cinema na quinta (30), com a estreia de Memória Verde e Rosa.

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