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Cura gay: prefeituras fazem campanha contra, Rio não se manifesta

Após a concessão da liminar que permite tratamento psicológico para a reversão sexual, prefeituras e governos se manifestam contra o preconceito

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 19 set 2017, 19h34 - Publicado em 19 set 2017, 19h08

Após a concessão da liminar que permite que psicólogos ofereçam tratamento de reversão sexual, conhecida como “Cura Gay”, pelo juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Carvalho, uma onda de apoio à causa LGBT tomou conta das redes sociais. Prefeituras, governos e ministérios de todo o Brasil se manifestaram contra a homofobia. Enquanto o governo do estado e o VLT entraram na campanha, a prefeitura do Rio, comandada pelo bispo licenciado da Igreja Universal, Marcelo Crivella, não postou nada sobre o assunto.

Na Bahia, prefeitura e o governo contribuíram com as hashtags #TrateSeuPreconceito e #DoençaÉoPreconceito, divulgadas por muitos artistas nas redes. Em Minas, o governo lembrou que é possível registrar homofobia como motivação de crime. No Rio Grande do Sul, a Assembleia Legislativa comentou sobre o orgulho do povo gaúcho em relação à diversidade do estado. 

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