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Crise política não afetará obras da Olimpíada, diz ministro do Esporte

A crise política gerada com o pedido de abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff não vai atrapalhar o ritmo das obras dos Jogos Olímpicos do próximo ano, afirmou o ministro George Hilton, ao participar de evento sobre direito esportivo no Rio

Por Agência Brasil - Atualizado em 5 dez 2016, 11h37 - Publicado em 10 dez 2015, 13h55

A crise política gerada com o pedido de abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff não vai atrapalhar o ritmo das obras dos Jogos Olímpicos do próximo ano, afirmou nesta quarta (9) o ministro do Esporte, George Hilton, ao participar de evento sobre direito esportivo no Rio.

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“Nós temos um cronograma. Ele está em dia. Nós temos cuidado com que ele seja cumprido. Temos dado toda atenção na questão do orçamento, para que não haja comprometimento. Os eventos testes acontecem dentro da normalidade, não há por que nos preocuparmos. O esporte é algo que integra, ele não desune, porque não há coloração partidária. Não há momento que inclua disputas políticas quando o assunto é a massificação da prática esportiva no país”, disse o ministro.

George Hilton ressaltou que não haverá falta de recursos e disse que o ritmo das obras para os jogos, que acontecem em agosto de 2016, está dentro do esperado: “O planejamento da Olimpíada é de muitos anos. Os recursos que garantiriam as obras, tanto na Barra quanto em Deodoro, estão mantidos e nós vamos entregar tudo ao seu tempo. Não haverá contingenciamento. O planejamento envolveu não só o governo federal, mas os governos estadual e municipal. A própria Rio 2016, hoje, nos dá, com parcerias e patrocinadores, a tranquilidade. Não há com que se preocupar, porque nós teremos obras exigências atendidas dentro do cronograma”.

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