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Covid: praias só reabrem se PM participar da fiscalização, diz Crivella

Liberação das areias está prevista para esta sexta (10), mas prefeito pode voltar atrás se corporação não garantir a segurança dos fiscais

Por Cleo Guimarães - 8 jul 2020, 11h47

O incidente ocorrido no fim de semana, quando um casal agrediu verbalmente o superintendente da Vigilância Sanitária, Flávio Graça, durante uma ação de fiscalização contra a aglomeração, na Barra, acendeu a luz amarela no gabinete de Marcelo Crivella. Em entrevista coletiva nesta terça (7), o prefeito disse que a liberação das praias, prevista para esta sexta (10) depende do apoio da PM aos fiscais.

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“Precisamos do apoio da PM para que quem desacate os agentes seja levado para a delegacia. A Guarda Municipal e os agentes da Vigilância têm poder de polícia, mas não trabalham armados. A participação da PM está sendo discutida entre a Secretaria de Ordem Pública e a corporação”, afirmou. Procurada por VEJA RIO, a Polícia Militar informou, por meio de nota, que “já está à disposição dos órgãos municipais desde o início da pandemia e atua de maneira conjunta nas mobilizações de conscientização, assim como nas ações para cumprimento dos decretos estipulados pelo Governo do Estado”.

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