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Corpo de criança decapitada em Cabo Frio continua desaparecido

O acidente aconteceu neste sábado (3), após uma lancha colidir com um “banana boat", onde a menina estava

Por Redação VEJA RIO 5 dez 2016, 14h28

Após dois dias de busca nas águas da Praia do Forte, em Cabo Frio, os bombeiros ainda não conseguiram localizar os restos mortais da criança Maria Luiza Serra, de 10 anos, decapitada no sábado (3) após uma lancha colidir com um “banana boat”, onde a menina estava. Segundo o Corpo de Bombeiros e a Marinha do Brasil, a procura vai continuar nesta segunda (5). As equipes de salvamento têm usado motos aquáticas, um helicóptero e até um drone.

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Outras duas pessoas, André Luiz Nascimento, de 29 anos, e Gilmara C. Batista, de 39 anos, também ficaram feridas no acidente, mas sem gravidade.  Ambos foram socorridos e levadas para o Hospital Central de Emergência.

O condutor da lancha, identificado como Nostradamus Pereira Coelho, de 65 anos, foi autuado por homicídio culposo (sem a intenção de matar) e lesão corporal culposa. Ontem à tarde, ele continuava detido porque, segundo testemunhas, não prestou socorro às vítimas. Ouvido na 126ª DP (Cabo Frio), o piloto alegou que teve a visão encoberta por outro barco e que, por isso, não viu o “banana boat“. De acordo com testes da Polícia Civil, o homem não estava sob efeito de bebidas alcoólicas na hora do acidente.

Para o capitão dos Postos do Rio, Sérgio Renato Berna, as duas embarcações envolvidas no acidente estavam em locais autorizados para trafegar. Além disso, os dois condutores são habilitados e as documentações das embarcações estão em dia. 

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