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Covid-19: Fiocruz indica permanência de alta letalidade no Rio

O estado contabiliza 16 895 mortes pela doença e 240 776 casos confirmados

Por Agência Brasil - Atualizado em 14 set 2020, 12h00 - Publicado em 14 set 2020, 11h17

O boletim Observatório Fiocruz Covid-19 relativo às semanas epidemiológicas 35 (23 a 29 de agosto) e 36 (30 de agosto a 5 de setembro) mostra que a letalidade por covid-19 permanece alta no Rio de Janeiro e aumentou consideravelmente em Goiás. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a análise divulgada nesta sexta (11) aponta que esse cenário pode indicar falhas na atenção primária e na vigilância epidemiológica nesses estados.

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Segundo o levantamento, o país apresenta uma ligeira tendência de queda no número de mortes por covid-19, mas se mantém em patamares ainda altos de número de casos notificados. O boletim mostra tendência de aumento do número de casos nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e aumento da mortalidade no Amazonas e no Pará, que vinham apresentando redução no número de óbitos.

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Em relação aos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para covid-19, o boletim chama atenção para a redução da disponibilidade de leitos no Amazonas e a sobrecarga do sistema hospitalar em Goiás e no Rio de Janeiro. Segundo a Fiocruz, a capital fluminense encontra-se novamente na zona crítica, com 82% dos seus leitos de UTI Covid-19 ocupados. De acordo o documento, este resultado pode ser parcialmente atribuído à desativação dos hospitais de campanha no estado do Rio.

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De acordo com o boletim divulgado nesta sexta (11) pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio, o estado contabiliza 16 895 mortes por covid-19 e 240 776 casos confirmados. O número de pacientes recuperados da doença é de 218 603 no estado. A capital fluminense registra 10 113 óbitos pela covid-19 e 95 190 casos confirmados.

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