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Está confirmado o segundo caso de varíola dos macacos no Rio

É um homem de 25 anos, morador de Maricá, que não viajou ao exterior, mas teve contato com estrangeiros; isolado, ele apresenta quadro clínico estável

Por Da Redação 20 jun 2022, 12h47

O segundo caso de varíola dos macacos foi confirmado no estado do Rio de Janeiro, na noite deste domingo (19), pelo Ministério da Saúde. Trata-se de um homem de 25 anos, morador de Maricá, na Região Metropolitana. O rapaz, que não teve a identidade revelada, não viajou ao exterior, mas teve contato com estrangeiros. Ele apresenta quadro clínico estável e está em isolamento, sendo monitorado pelo Instituto Nacional de Infectologia e pelas secretarias de Saúde estadual e municipal. Esse é o oitavo diagnóstico positivo no país, sendo quatro em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e dois no Rio de Janeiro.

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O caso foi confirmado pelo Laboratório de Enterovírus, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito da doença. A cidade do Rio foi a primeira do estado a ter um diagnóstico positivo para a doença, confirmado na última terça (14). O paciente é um homem de 38 anos residente em Londres. Ele chegou ao Brasil no dia 11 de junho e procurou atendimento médico no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz) no dia seguinte.

Em caso de suspeita da doença, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) aconselha que o paciente fique isolado até o desaparecimento completo das lesões. A varíola dos macacos causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. Quando a crosta desaparece, a pessoa deixa de infectar outras pessoas. O período de incubação é de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

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Embora tenha este nome, este tipo de varíola não é transmitido por macacos. Provocada pelo vírus monkeypox, é uma zoonose silvestre: passa de animais para as pessoas, mas em geral vem de roedores portadores do patógeno. A disseminação entre pessoas, embora rara, já era conhecida. Ela acontece principalmente por contato com as lesões causadas na pele, como bolhas, e pelos fluidos corporais.

São sintomas da doença: febre, dor de cabeça, dores musculares e erupções na pele (lesões) como bolhas que começam no rosto e se espalham para o resto do corpo, principalmente as mãos e os pés. A doença costuma apresentar um quadro leve, e as manifestações desaparecem sozinhas dentro de duas a três semanas.

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