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Ceasa registra preços menores após auge da greve de caminhoneiros

Normalmente a R$ 80, saco de batatas caiu de R$ 400 para R$ 230

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 29 Maio 2018, 16h37 - Publicado em 29 Maio 2018, 16h36

Sessenta e seis caminhões chegaram à Central de Abastecimento do Estado do Rio (Ceasa) até as 11h desta terça (29). Após o auge da greve dos caminhoneiros, o local começou a registrar queda no preço de alimentos e outros produtos à venda.

Ícone da disparada de preços provocada pela paralisação, o saco de batatas normalmente custa R$ 80 na Ceasa. Após chegar a ser comercializado por R$ 400 na última semana, o produto hoje saía a R$ 230 no Ceasa. Outro exemplo é a caixa de tomate, que ontem (28) custava R$ 170 e hoje podia ser encontrado até por R$ 100 no local. Entretanto, alguns itens mantêm o preço alto, como o alface. Normalmente vendida por R$ 20, uma caixa da verdura era negociada a R$ 50 nesta terça (29). Os dados são do jornal O Dia.

Cerca de 90% dos boxes da Ceasa ainda estão fechados em função da crise de desabastecimento provocada pela greve dos caminhoneiros. Até o fim do dia, a assembleia legislativa do estado deve votar a redução do ICMS sobre combustíveis, que era uma das reivindicações dos grevistas.

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