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Campo Olímpico de Golfe recebe prêmio internacional de sustentabilidade

Localizado na Barra da Tijuca, o campo foi construído seguindo rígidos parâmetros ambientais que contribuíram para o crescimento da biodiversidade na região

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 2 jun 2017, 12h02 - Publicado em 29 jul 2016, 14h54

A edição de agosto da revista americana Golf Digest, a mais importante publicação de golfe no mundo, concedeu ao Campo Olímpico na Barra da Tijuca o prêmio Green Star Award 2016, um reconhecimento aos campos que se destacam em termos de proteção ambiental. Segundo a publicação, o gramado carioca foi agraciado por ter sido construído seguindo rígidos parâmetros ambientais que contribuíram para o crescimento da biodiversidade na área. A obra aumentou em 167% a presença de vegetação nativa e mais do que dobrou a fauna local desde junho de 2013, atraindo famílias como a de corujas-buraqueiras que hoje vive lá. Toda a fertilização do solo é orgânica, sendo proibida a utilização de produtos químicos.

Família de corujas-buraqueiras: crescimento da biodiversidade na região
Família de corujas-buraqueiras: crescimento da biodiversidade na região

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Essa é a primeira vez que o prêmio anual vai para fora dos Estados Unidos. Construído inteiramente pela iniciativa privada, o Campo Olímpico de Golfe é gerenciado desde novembro do ano passado pela Confederação Brasileira de Golfe (CBG), entidade que segue administrando o local após os Jogos. O espaço ficará aberto à população por 20 anos – quem quiser jogar terá apenas de pagar uma taxa, a “green fee” –, terá uma academia tanto para iniciantes no esporte quando para jogadores de alto rendimento e será ainda  a sede nacional do programa Golfe para a Vida, um dos maiores projetos de inclusão social por meio do golfe do Brasil.

Fique ligado: as competições de golfe nos Jogos Rio 2016 acontecem entre os dias 11 e 14 de agosto (masculino) e entre 17 e 20 agosto (feminino).

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