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Alto da Boa Vista ganha pólo de entretenimento e turismo

Casas de festas da região e subprefeitura da Grande Tijuca lançam iniciativa, com o objetivo de fomentar a economia do bairro

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 dez 2016, 11h42 - Publicado em 4 nov 2015, 16h52

Com mais de 20 000 habitantes, o Alto da Boa Vista configura um bairro, com muitas opções de turismo e lazer, ao contrário do que alguns possam imaginar. Uma das principais ligações entre o Alto da Boa Vista e a Barra, a região abriga pontos como a Floresta da Tijuca, a Vista Chinesa, a Capela Mayrink, a Gruta Paulo e Virginia, a Cascatinha e as Furnas, só para citar alguns exemplos. A fim de atrair mais visitantes e reivindicar melhorias de infraestrutura e oportunidades de emprego no local, as principais casas de festas de lá se organizaram para criar o Pólo de Entretenimento, Cultura e Turismo do Alto da Boa Vista, que será lançado, em parceria com a subprefeitura da Grande Tijuca, nesta quinta (5).

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Entre as expectativas está a parceria público-privado para aumentar as perspectivas de trabalho dos moradores, ampliar o comércio e gerar um ciclo virtuoso. Além disso, o pólo prevê pequenas intervenções, a exemplo de sinalização com placas indicativas, regulamentação de estacionamento de veículos, entre outros.

Cenário de centenas de pinturas e fotografias, desde o início do século 19 o bairro é procurado por aqueles que preferem um local distante do burburinho da cidade, além daqueles que querem alugar um espaço para casar ou praticar ecoturismo. Entre seus moradores ilustres, dois exemplos foram o romancista José de Alencar e o pintor Nicolay Thaunay.

 

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