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Ainda em prisão domiciliar, Adriana Ancelmo vai para Curitiba

Junto ao ex-governador Sergio Cabral, ela prestará depoimento sobre Operação Lava Jato

Por Redação VEJA RIO 27 abr 2017, 13h25

Depois de ter sua prisão domiciliar revogada na tarde da última quarta (26), a ex-primeira-dama do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo conseguiu uma suspensão da decisão que determinava sua volta para o presídio. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) congelou a determinação até que se esgote a possibilidade de recursos que a defesa pode apresentar na própria Corte. Adriana segue nesta quinta (27) para Curitiba, no Paraná, onde presta depoimento junto com Sergio Cabral sobre a Operação Lava Jato. A viagem, que deveria ter sido realizada ontem, não aconteceu por problemas técnicos que não foram revelados pela Polícia Federal. A dupla será ouvida pelo juiz da 13ª Vara Federal do estado sobre as investigações referentes aos desvios de dinheiro das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

 

 

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