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Ação de assassinos foi complexa, diz polícia sobre caso Marielle

Segundo chefe da Polícia Civil, investigadores têm informações inéditas sobre ataque

Por Redação Veja Rio - Atualizado em 17 abr 2018, 14h39 - Publicado em 17 abr 2018, 14h38
Ato na Cinelândia contra o assassinato de Marielle Franco
Saulo Guimarães/Veja Rio

A atuação dos assassinos que mataram a vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foi sofisticada. A afirmação foi dada por Rivaldo Barbosa, chefe da Polícia Civil, em entrevista a uma rádio de notícias carioca na manhã desta terça (17).

“Complexidade está na forma de atuação dos assassinos. Mas, a gente está fazendo de tudo para esclarecer essa atividade criminosa”, afirmou o delegado. Ele ainda comentou que os investigadores já obtiveram outras informações além daquelas divulgadas pela imprensa. A declaração de Rivaldo é dada um dia depois do ministro da Segurança Pública Raul Jungmann apontar milicianos como os principais suspeitos do ataque cometido em 14 de março.

No último sábado (14), as mortes de Marielle e Anderson completaram um mês e foram relembradas por protestos ao redor do mundo. Alemanha, Argentina, Bulgária, Canadá, França, Inglaterra, Itália, Peru e Portugal foram alguns dos países que abrigaram manifestações. Na ocasião, a Anistia Internacional divulgou uma nota que cobrava das autoridades o esclarecimento dos assassinatos.

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