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Vinoteca Por Marcelo Copello, jornalista e especialista em vinhos Marcelo Copello dá dicas sobre vinhos

Pinot Noir, um resuminho pra você

Esta uva tinta, originária da Borgonha na França, gera vinhos de leves a médio corpo, nunca vinhos muito encorpados e também é a alma de muitos espumantes, como o Champagne. Elegância é o termo mais usado para descrever um Pinot. Sua cor típica é clara e seus aromas mais comuns são cereja, amora, framboesa, especiarias, flores, terra […]

Por marcelo Atualizado em 25 fev 2017, 17h16 - Publicado em 4 dez 2016, 09h18

Esta uva tinta, originária da Borgonha na França, gera vinhos de leves a médio corpo, nunca vinhos muito encorpados e também é a alma de muitos espumantes, como o Champagne.

Elegância é o termo mais usado para descrever um Pinot. Sua cor típica é clara e seus aromas mais comuns são cereja, amora, framboesa, especiarias, flores, terra molhada e cogumelos secos. Com a idade mostra toques animais, como aromas de couro.

Pinot Noir prefere climas frios, onde rende mais acidez e mais aromas. Em climas quentes gera vinhos macios demais e com caráter “cozido”.

Os melhores Pinots Noir são de longe os da Borgonha. Um dos, talvez “o”, vinho de maior prestígio do mundo é 100% Pinot Noir – falo do Romanée-Conti, da Borgonha. Depois temos bons Pinots no Nova Zelândia, Chile, Tasmânia, Oregon, Suíça e Alemanha.foto rolha pinot

O Brasil usa a maioria de suas uvas Pinot Noir para a produção de espumantes, mas alguns poucos bons tintos começam a surgir, como:

 

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Suzin Pinot Noir

Viapiana Pinot Noir

Pinot Noir Hood da Vinícola Geisse

Pinot Noir Pinto Bandeira, da Aurora

Basaltino Pinot Noir, da Pericó

RAR Pinot Noir, da Miolo

Quinta da Neve Pinot Noir

 

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