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Todo dia é dia de música na Casa do Choro

  Hora do almoço, Centro. Opção 1: comida por quilo, TV sem som no salão. Fim de expediente, Centro. Opção 1: engarrafamento, ônibus lotado, metrô lotado, trem lotado. Opção 2 em ambos os horários: a programação musical da Casa do Choro (Rua da Carioca, 38, telefone 2242-9947). Projeto acalentado desde 1999 e inaugurado no último […]

Por Pedro Tinoco - Atualizado em 25 fev 2017, 18h01 - Publicado em 3 jul 2015, 19h29
Em foto de Selmy Yassuda, a fachada amarela na Rua da Carioca: a Casa do Choro abriga programação ao vivo de segunda a sexta

Em foto de Selmy Yassuda, a fachada na Rua da Carioca: a Casa do Choro tem música ao vivo de segunda a sexta

 

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Hora do almoço, Centro. Opção 1: comida por quilo, TV sem som no salão. Fim de expediente, Centro. Opção 1: engarrafamento, ônibus lotado, metrô lotado, trem lotado. Opção 2 em ambos os horários: a programação musical da Casa do Choro (Rua da Carioca, 38, telefone 2242-9947). Projeto acalentado desde 1999 e inaugurado no último dia 25 de abril, o endereço é o “lar oficial do pioneiro gênero musical brasileiro, natural do Rio de Janeiro”, como bem definiu reportagem de Thaís Meinicke publicada aqui na VEJA RIO.

+ (re)leia aqui a matéria da Thaís

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A animada rotina no casarão de três andares e 700 metros quadrados é conduzida por músicos talentosos e apaixonados pelo choro, a exemplo da cavaquinista Luciana Rabello e do violonista Maurício Carrilho. O espaço guarda preciosidades (vasto acervo bibliográfico e iconográfico) e apoia os trabalhos da Escola Portátil de Música, projeto hoje com cerca de 1200 alunos. Além disso, abriga em seu auditório (100 lugares) shows diários, de segunda a sexta, às 12h30 e às 18h30. O ingresso cheio custa módicos R$ 20,00. Conheça as atrações da semana.

De segunda (6) a sexta, sempre às 12h30, o duo de violões formado por Rafael Thomaz e Guilherme Lamas celebra o centenário de Aníbal Augusto Sardinha, o lendário violonista Garoto (1915-1955). No espetáculo, Thomaz (seis cordas) e Lamas (sete cordas) passeiam por clássicos do homenageado, a exemplo de Jorge do Fusa, que eles interpretam de forma encantadora no vídeo abaixo:

No horário das 18h30, a programação varia.  

A atração de segunda (6) e de sexta (10), 18h30, é a Orquestra de Sopros Pro Arte. Nos dois dias, seus 35 integrantes passeiam pelo repertório do recém-lançado CD Festejo, que celebra os dez anos de atividades do conjunto. Aparecem como convidados a cantora Julia Vargas, no primeiro dia, e os acordeonistas Marcelo Caldi e Kiko Horta, na sexta (10). No programa, arranjos inventivos para pérolas como Corsário (Aldir Blanc e João Bosco) e Expresso 2222, de Gilberto Gil –  que divide a canção com a turma no vídeo abaixo:

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Na terça (7), 18h30 a vez é da Orquestra Revelia, formada por integrantes e ex-integrantes da Orquestra de Sopros Pro Arte e da Orquestra Corações Futuristas. O grupo vai do coco e outros regionalismos à música latina, com um toque bem próprio. No vídeo abaixo, uma palinha da turma:

Na quarta (8), 18h30, Lourenço Vasconcellos (bateria), Luiz Potter (violão), Pedro Franco (violão de sete cordas) e Antonio Guerra (acordeão) comandam uma roda movida pelo improviso em torno de temas de Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Severino Araújo. Não encontramos vídeo do quarteto…

O quarteto carioca de música instrumental contemporânea Relógio de Dali se apresenta na quinta (9), 18h30. Yuri Villar (sax), Lourenço Vasconcellos (bateria), Pablo Arruda (contrabaixo) e Victor Ribeiro (violão de sete cordas) juntaram-se no ano passado para experimentar em releituras de, entre outros, Gismonti, Pixinguinha e Mauricio Carrilho. Vejam os caras em ação no vídeo abaixo:

 

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