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Nicolas, o versátil

Violinista francês, carioca de la jaune desde 2001, Nicolas Krassik mostra, nesta quinta (25), a partir das 20h, no Sesc Tijuca (Rua Barão de Mesquita, 539, vinte pratas o ingresso), o repertório do disco Nordeste de Paris. Trata-se do quinto álbum lançado por Krassik desde sua chegada ao Brasil, o segundo com o grupo Cordestinos. […]

Por Pedro Tinoco - Atualizado em 25 fev 2017, 18h02 - Publicado em 22 jun 2015, 17h57

Gusto Wirtti, Marcos Moletta, Carlos César, Nicolas Krassik e Chris Mourão em foto de Paprica: o projeto Cordestinos ganha o palco do Sesc Tijuca nesta quinta (25)

Violinista francês, carioca de la jaune desde 2001, Nicolas Krassik mostra, nesta quinta (25), a partir das 20h, no Sesc Tijuca (Rua Barão de Mesquita, 539, vinte pratas o ingresso), o repertório do disco Nordeste de Paris. Trata-se do quinto álbum lançado por Krassik desde sua chegada ao Brasil, o segundo com o grupo Cordestinos. O trabalho com tempero regional, que ele toca ao lado de Marcos Moletta (rabeca), Guto Wirtti (baixo), Carlos César e Chris Mourão (percussão), é um dos vários caminhos musicais trilhados por Krassik. E, em cada um, o francês leva o público a um acerto. Acompanhe:

AQUI, UMA PALINHA DE KRASSIK COM OS CORDESTINOS

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Krassik nasceu na França. Estudou no conservatório de Aubervilliers dos 5 aos 19 anos e, em Paris, trocou a música clássica pelo jazz. No começo de carreira, gravou dois discos com um trio, acompanhou o pianista Michel Petrucciani em shows pela Europa e atuou como um requisitado músico de estúdio. Parecia encaminhado na vida, portanto, quando foi apresentado à música brasileira. Ouvindo as coisas nossas, primeiro em festas de amigos e depois através dos discos que passou a comprar – ele conta que começou a aprender português ouvindo Dança da Solidão, de Paulinho da Viola, na gravação de Marisa Monte –, Krassik decidiu que precisava conhecer o Brasil. Veio para cá a passeio em 2000 e, no ano seguinte, mudou-se de vez. O resto é história. Radicado no Rio, o músico ganhou fama ao exibir a beleza límpida de seu violino em projetos bem variados. Participou de esmerados projetos de samba, como o tributo de Beth Carvalho a Nelson Caquinho e o álbum solo de Argemiro Patrocínio, lenda da Portela, acompanhou feras diversas, dedicou um disco inteiro a João Bosco (Odilê Odilá, de 2009) e, há dias, tocou Beatles em andamento de forró no arrayeah do Bloco Sargento Pimenta. Uma aposta ainda mais recente ele fez na dupla com Mestrinho, o sanfoneiro que encantou um monte de gente com sua participação na turnê de Gilbertos Samba, de Gilberto Gil.

AQUI, KRASSIK E MESTRINHO EM RECENTE APRESENTAÇÃO REALIZADA NO COMEÇO DE JUNHO, EM PARATY, VIAJAM A BORDO DE LAMENTO SERTANEJO, CLÁSSICO DE DOMINGUINHOS

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