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Fabiane Pereira Por Fabiane Pereira, jornalista

BNegão conta detalhes do seu primeiro e aguardado disco solo

Em entrevista ao canal Papo de Música, rapper carioca fala ainda sobre política, Caymmi e saúde mental

Por Fabiane Pereira 1 jun 2021, 19h05

Projetado nacionalmente por sua atuação, ao lado de Marcelo D2, no Planet Hemp, o cantor, compositor e rapper carioca BNegão está acostumado a caminhar por sonoridades distintas, como o hiphop, o pubk rock e, mais recentemente, a MPB de Dorival Caymmi. A constante busca por expandir sua criatividade para outros ritmos é um dos assuntos que pautou a entrevista desta semana no canal Papo de Música.

 

 

Atualmente preparando-se para colocar no mundo o seu primeiro e aguardado disco-solo (previsto para o segundo semestre), o artista também falou sobre as experimentações sonoras que atravessam essa nova fase que está por vir.

“Vai ter bastante coisa eletrônica, eu sou apaixonado. Mas a música brasileira é o que está em primeiro plano [nesse disco]”, adianta BNegão sobre o trabalho. Na conversa, ele ainda revelou que o álbum terá mais três singles, além dos já revelados “Salve 2”, em março; e “Sorriso Aberto”, em abril. “Vai ter ‘O Sósia’, um samba reggae absurdo do final dos anos 80, do [grupo] Moleque de Rua. Aí, vai pra outro lugar, uma versão de ‘Cérebros Atômicos’, do Ratos de Porão. E o último single vai ser ‘Dança do Patinho’”, conta.

Ao ser perguntado sobre o futuro pós-pandemia, BNegão comenta não saber o que esperar, mas dá um conselho: “A principal parada é se manter muito saudável mentalmente, saudável fisicamente e saudável espiritualmente. Ouvir muito Mateus Aleluia e Caymmi”. O artista finaliza pontuando que, em contrapartida à realidade nefasta que o Brasil vive, “trazer a pulsação de vida já é algo brutalmente revolucionário”.

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