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Vaia contra Crivella, briga na avenida e a gracinha de João Doria

Os bastidores políticos do Carnaval 2018 na Sapucaí

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 15 fev 2018, 18h44 - Publicado em 15 fev 2018, 18h43

Crivella. Retratado como Judas num tripé da Mangueira que trazia a frase “Prefeito, pecado é não brincar o Carnaval”, Marcelo Crivella foi vaiado no único momento em que foi lembrado na Sapucaí, quando o presidente da Tuiuti, Renato Thor, agradeceu ao apoio da prefeitura na organização de seu cortejo. Só que o governante estava a quilômetros de distância, numa viagem de trabalho na Europa.

Às vias de fato. Quem também chamou atenção foi Nilcemar Nogueira, secretária municipal de Cultura de Crivella. No domingo (11), quando a Verde e Rosa adentrou, ela aproveitou a oportunidade para tirar satisfação com Chiquinho da Mangueira, presidente da agremiação: diante da arquibancada cheia, avançou contra o desafeto e teve de ser contida para não estapear ninguém. Nilcemar alegou estar indignada porque Chiquinho a acusara de ser responsável pelos cortes de verba do Carnaval.

Invasão paulista. Em compensação, o prefeito de São Paulo, João Doria , compareceu ao camarote N1, na segunda (12) junto com Índio da Costa. O deputado federal e ex-secretário de urbanismo do Rio afirmou que o modelo de venda do Carnaval em um pacote ao setor privado, proposto por Doria, deve ser adotado pelo Rio. “O João tem muito a nos ensinar”, disse. Doria, por sua vez, saía pela tangente quando o assunto era Crivella: “Ele deixou tudo preparado”.

Visita protocolar. Sob escolta reforçada, o político paulista causou mais alvoroço que as celebridades que estavam no camarote. Tirou selfies com os admiradores e ouviu de uma pessoa fantasiada: “Finalmente um prefeito aqui”. Em clima de pré-campanha, Doria ainda foi até a mesa de som da pista de dança, colocou os fones de ouvido e arriscou uma rápida dançadinha. Seguiu para o cercadinho vip e ficou cronometrados vinte minutos no local.

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Sua excelência. Assistindo ao desfile no domingo (11) do primeiro recuo da bateria, no Setor 1, Marco Aurélio Melo, ministro do Supremo Tribunal Federal, provou que sua isenção vai para além do tribunal. Perguntado sobre qual seria sua escola favorita, foi diplomático: “Minha opção é a Corte”. Além do Império Serrano, o ministro prestigiou Vila Isabel e São Clemente, que, de tão animada, até fez com que o meritíssimo arriscasse uns passinhos de samba.

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