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Os melhores momentos do coquetel de João Doria na Gávea

Leia na coluna Beira-mar

Por Daniela Pessoa - Atualizado em 1 jul 2017, 19h03 - Publicado em 30 jun 2017, 13h15

Marcelo Crivella mal dá as caras em eventos na cidade, mas João Doria faz questão de aparecer por aqui. O prefeito de São Paulo participou, na última terça (27), de um coquetel no Gávea Golf Club, oferecido pelos empresários Paulo Marinho (não, não é da Globo), Ricardo Amaral e Boni. Políticos e também o alto escalão do empresariado carioca, ávido por novos negócios (e por dinheiro), lotaram o salão. A seguir, os highlights da noite:

• Na rodinha do deputado Carlos Roberto Osório, o papo era a política fluminense: “Corre a fofoca de que o César Maia pode assumir o governo do estado através de eleições indiretas. Parece que o Rodrigo Maia está mobilizando um acordão”.

• Aspásia Camargo, subsecretária de Planejamento e Gestão da cidade, levou um fora de Boni quando lamentou a saída do empresário do Conselho de Turismo. “Não vou falar sobre isso.”

• O assunto passou a ser, então, a muleta que Boni usava no evento (importada da Espanha), após passar por uma cirurgia no fêmur. “Nossa, como é levinha! Dá até para fumar”, exagerou a atriz Maitê Proença, segurando o artefato entre os dedos como se fosse um cigarro.

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• Representando Crivella, o vice-­prefeito Luiz Fernando Mac Dowell reclamou do temperamento do atual prefeito do Rio, para logo em seguida apontar para Doria e disparar: “Este aí é que sabe fazer!”.

• A esposa de Boni, Lou de Oliveira, só se referia a Bia Doria como a futura primeira-dama do país. Boni, por sua vez, apelou para a astrologia: “Nós dois somos sagitarianos, determinados, perfeccionistas e cheios de energia. Sagitariano não falha. O Brasil precisa de João Doria”.

• O paulistano, em seu discurso, fez um pedido: “Não percam a esperança no Brasil, não troquem o país pelo exterior. Eu estarei aqui carregando uma só bandeira. E essa bandeira jamais será vermelha. Será a bandeira brasileira”.

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