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Justiça condena pai e filho envolvidos na morte do caçula da apresentadora Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas. “Pai que deseduca o filho vai preso”, desabafa Cissa

Nesta sexta (23), a Justiça do Rio condenou à prisão o pai e o filho envolvidos na morte do caçula da apresentadora e atriz Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, atropelado em 2010 no Túnel Acústico, na Gávea. “Como cidadã, fiquei aliviada e feliz, apesar de continuar sentindo uma dor enorme que nunca vai passar”, afirmou Cissa […]

Por Daniela Pessoa Atualizado em 25 fev 2017, 18h21 - Publicado em 23 jan 2015, 20h35
cissa e rafael

Cissa e Rafael: juiz condena envolvidos no atropelamento do filho caçula da apresentadora em 2010

Nesta sexta (23), a Justiça do Rio condenou à prisão o pai e o filho envolvidos na morte do caçula da apresentadora e atriz Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, atropelado em 2010 no Túnel Acústico, na Gávea. “Como cidadã, fiquei aliviada e feliz, apesar de continuar sentindo uma dor enorme que nunca vai passar”, afirmou Cissa em entrevista a VEJA RIO. “Essa sentença é uma luz para toda a sociedade. Ela veio para honrar meu anjo e para transformar todos nós em cidadãos melhores. Pai que deseduca o filho, ao invés de educar, vai preso”, continuou.

Segundo o Tribunal de Justiça, Rafael de Souza Bussamra, que dirigia o carro em área proibida no momento do acidente, foi condenado a sete anos de prisão em regime fechado e mais cinco anos e nove meses em semiaberto. O pai, Roberto Bussamra, vai pegar oito anos em regime fechado e nove meses em semiaberto. Na sentença, o juiz Guilherme Schilling frisou a atitude do pai em corromper os policiais militares na tentativa de acobertar o filho, atestando que o comportamento “malicioso” dos réus foi decisivo no resultado do julgamento.

Rafael foi condenado pelos crimes de corrupção ativa, homicídio culposo, inovação artificiosa em caso de acidente automobilístico, afastamento do local do acidente para fugir à responsabilidade penal e participação em competição automobilística não autorizada. Ele também teve a carteira de habilitação suspensa por quatro anos e meio. Já Roberto foi sentenciado pelos crimes de corrupção ativa e inovação artificiosa em caso de acidente automobilístico.

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