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Influenciador digital é acusado de vender bolsas falsificadas

Amigo de Gabriela Pugliesi, ele foi condenado a ressarcir 3 500 reais a uma cliente. No Instagram, o perfil Bruno Maffei Golpista denuncia possíveis fraudes

Por Daniela Pessoa - 13 jul 2018, 17h51

O influenciador digital Bruno Maffei, que participou do reality Alto Leblon, foi condenado pela Justiça do Rio a ressarcir uma cliente em 3 500 reais pela compra de uma bolsa Céline num bazar realizado por ele e pela amiga Gabriela Pugliesi, a musa fitness, em Ipanema. A cliente alegou que a peça era falsificada, devolveu o produto e pediu o reembolso, mas, passados cinco meses, nada aconteceu e ela recorreu ao tribunal. “Essa bolsa Céline era minha, eu mesmo comprei em Paris há alguns anos. Quanto às bolsas da Gucci, realmente não posso garantir nada. Foram doadas ao bazar. Às vezes é até marido sacana que dá de presente para a esposa”, disse Maffei, em uma troca de mensagens no celular com a outra parte anexada ao processo, que correu no 6º Juizado Especial Cível. Procurado por VEJA RIO, ele alega uma “falha operacional” pelo fato de não ter feito o estorno. “Mas ela pediu 10 000 de danos morais e não levou”, alfineta. No Instagram, o perfil “Bruno Maffei Golpista”, com mais de 1 000 seguidores, denuncia outras possíveis fraudes do rapaz. Ele se defende: “Hoje não vendo nem palito de dentes mais.”

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