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Eduardo Cunha proíbe a venda de livro escrito por homônimo

Leia na coluna Beira-mar

Por Daniela Pessoa - 1 abr 2017, 15h55

A Justiça do Rio acaba de determinar que a Editora Record não ponha à venda os exemplares do livro Diário da Cadeia — Com Trechos da Obra Inédita Impeachment, sob pena de multa de 400 000 reais por dia. Com o pseudônimo Eduardo Cunha, um autor desconhecido (protegido sob contrato) especula sobre a rotina do ex-presidente da Câmara na prisão, onde estaria escrevendo um livro. A ação foi movida pelo próprio ex-deputado federal Eduardo Cunha (o verdadeiro), sob a alegação de que a obra poderia induzir o leitor a acreditar que foi escrita por ele. O título, que seria lançado na última segunda (27), traz trechos como:

> “Hoje cruzei com o Pallocci. Teve a coragem de colocar a mão em mim e disse que vai ficar tudo bem. Para os do PT nunca mais vai ficar”

> “Agora o Estado está trazendo todos presos aqui. Bem feito”

> “Escolhi a primeira frase do meu livro, uma citação: ‘A história vai ser gentil comigo, pois vou escrevê-la’, de Winston Churchill”

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