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Prêmio Cariocas do Ano 2023 tem discursos inspirados e fortes emoções

Quinze personalidades foram prestigiadas nesta segunda (18) em cerimônia no hotel Fairmont, em Copacabana; veja fotos

Por Redação VEJA RIO
19 dez 2023, 15h10

O clima festivo e de gratidão tomou conta do Fairmont, em Copacabana, nesta segunda (18), onde personalidades prestigiadas e convidados da premiação Cariocas do Ano se reuniram para celebrar nomes que se destacaram na cidade em 2023. Artistas, jornalistas, influenciadores, empresários e profissionais que fizeram a diferença neste ano marcaram presença na 17ª edição do prêmio, realizado presencialmente pela primeira vez pós-pandemia. Personalidades de diferentes setores da cidade foram recebidas nos salões do hotel, parceiro de VEJA Rio, com estações de comidas e sobremesas assinados pelos chefs Jérôme Dardillac, Carlos Cordeiro e Jenifer Ortega. 

Cariocas do ano: Xuxa é destaque na categoria televisão

 

Apresentado por Fernanda Thedim, editora-chefe da revista, e Bruno Chateaubriand, jornalista e colunista, o prêmio reconheceu quinze pessoas – nascidas ou abraçadas pelo Rio – que brilharam em categorias como televisão, esporte, educação, literatura, moda, sustentabilidade, entre outros. “São pessoas com diferentes histórias, de diferentes áreas, com uma coisa em comum: a vontade de fazer sempre mais pela nossa cidade”, explicou Thedim em seu discurso de abertura da cerimônia, apoiada também pela Secretaria de Turismo da Prefeitura do Rio.

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Fernanda Thedim: editora-chefe e apresentadora ao lado de Bruno Chateabriand (Reginaldo Teixeira/Veja Rio)

“Ser carioca é um estado de espírito”, foi o lema do prêmio, que contou com momentos de fortes emoções e surpresas. Começando com o discurso emocionante de Preta Gil, carioca do ano na categoria “Superação”, que subiu ao palco ao lado de sua neta, Sol de Maria.

“Quando eu estava me arrumando para vir aqui, eu falei: ‘Vovó vai receber um prêmio’. Ela falou: ‘Prêmio de guerreira, vó?’. E eu sempre soube que eu era guerreira, mas o que eu passei no último ano fez perceber que nós, mulheres, enfrentamos todos os desafios que a vida nos dá”, contou a artista, que encarou com valentia a luta contra o câncer em 2023. “Queria dizer pra você, minha neta amada, que vovó se curou por sua causa, para te ver crescer, para ver você ser livre e ser o que você quiser ser”, finalizou a cantora, ovacionada pela plateia. 

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Preta Gil e sua neta: momento de emoção no prêmio (Reginaldo Teixeira/Veja Rio)

Em seguida, Ney Matogrosso, esbanjando vitalidade aos 82 anos, foi aplaudido de pé ao subir ao palco para receber o troféu da categoria “Música”. “Eu fico felicíssimo por ganhar um prêmio por ser cantor, porque cantar é o que eu mais amo na vida. Quero ser cantor até a hora de morrer”, declarou o artista, um dos grandes nomes da música brasileira, ainda ativo nos palcos. Com orgulho por ser reconhecido como carioca do ano, o sul-mato-grossense afirmou que “não sai do Rio de Janeiro para outro lugar”. 

Ainda no campo artístico, a atriz Cláudia Abreu foi premiada na categoria “Teatro”, reconhecida por ter alcançado sucesso com seu primeiro monólogo, Virgínia, idealizado e escrito por ela. “Talvez esse seja o prêmio mais significativo da minha carreira. Porque não é só um prêmio para uma atriz que fez um monólogo, mas que teve o desafio de escrever pela primeira vez para o teatro sobre Virgínia Woolf, uma personagem bastante complexa e que me encanta”, afirmou a artista, que compartilhou sua felicidade em ter visto o público se emocionar e sentir empatia pela história da escritora inglesa.

Premiada na categoria “Esporte”, a judoca Rafaela Silva também recebeu aplausos de pé ao subir ao palco, onde contou sua superação após ter sofrido uma suspensão por doping em 2019. “Foi um período muito difícil, em que as pessoas falaram que eu não ia conseguir voltar. Mas depois de um ano eu voltei, ganhei meu segundo título mundial, estou aqui com meu trabalho sendo reconhecido novamente e em busca de mais uma medalha olímpica em Paris 2024”, declarou a atleta, que ganhou um ouro inédito neste ano nos Jogos Pan-Americanos de Santiago.

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Rafaela Silva: atleta do judô também é exemplo de superação (Reginaldo Teixeira/Veja Rio)

+ Urbanismo: Sergio Conde Caldas e Miguel Pinto Guimarães, cariocas do ano

Já o professor e escritor Luiz Antonio Simas, destaque na categoria “Educação”, aproveitou o momento de discurso para reforçar que educação não é sinônimo de escolaridade. “Educação acontece em botequim, educação acontece em terreiro, em praça pública, em quadra de escola de samba”, reforçou Simas, que exaltou locais da Zona Norte na cidade, onde o educador fez das ruas sua sala de aula.

A premiação também reconheceu o ator Ailton Graça na categoria “Cinema”, por ter vivido o grande comediante Mussum nos cinemas; a artista plástica Anna Bella Geiger; a diretora Tatiana Zaccaro, realizadora da Bienal do Livro; o médico Jorge Moll, fundador da Rede D’Or São Luiz; os arquitetos Sérgio Conde Caldas e Miguel Pinto Guimarães, prestigiados na categoria “Urbanismo”; o presidente da Fecomércio, Antonio Florencio de Queiroz Junior, em “Sustentabilidade”; e o líder do Grupo Soma, Roberto Jatahy, destaque em “Moda”. Premiada em “Televisão”, a Rainha dos Baixinhos, Xuxa, também agradeceu ao reconhecimento como carioca do ano por meio de um vídeo.

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Para encerrar a noite com ainda mais emoção, o inédito “Carioquinha do Ano”, Guilherme Gandra Moura, comoveu o público ao subir ao palco acompanhado de sua mãe, Tayane Gandra Orrinco. A trilha sonora não poderia ser outra: o embaixador-mirim do Vasco foi aplaudido e fez uma dancinha ao som do hino do time carioca – fazendo até flamenguistas e tricolores cantarem junto. O menino de 9 anos viralizou em um vídeo, em que acordou após dezessete dias em coma, despertando atenções na mídia sobre a doença sem cura que enfrenta, a epidermólise bolhosa. “Nós já quase perdemos o Gui por quatro vezes, a última foi a mais grave, e Deus quis que ele estivesse aqui. Ele é um verdadeiro milagre e hoje esse milagre é compartilhado por todo Brasil”, declarou a mãe do pequeno guerreiro.

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Guilherme Gandra Moura: o “Carioquinha do Ano” emocionou o público na premiação (Reginaldo Teixeira/Veja Rio)

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Com um time desses de cariocas, o Rio poderá ter ainda muitas vitórias a celebrar em 2024 e nos anos seguintes.

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