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Elis

Tipos de Gêneros dramáticos: Cinebiografia
Veja Rio:

Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Colocar a foto de Elis Regina (1945- 1982) ao lado da imagem de Andréia Horta foi proposital. Se há algo impressionante na cinebiografia Elis é a atuação da atriz, premiada no Festival de Gramado. Na dublagem impecável, nos gestuais no palco, nos trejeitos fora de cena e, sobretudo, na aparência, fruto de maquiagem e iluminação formidáveis, Andréia “vive” Elis. Quanto ao roteiro, há, é claro, lacunas — a principal delas talvez seja o “esquecimento” de Tom Jobim, com quem a cantora fez o disco Elis & Tom, um marco da MPB. Difícil tarefa condensar uma vida e uma carreira tão ricas em duas horas. Por isso, uma minissérie seria o melhor formato para relembrar a trajetória da maior intérprete da música brasileira, desde sua chegada ao Rio de Janeiro (vinda de Porto Alegre com o pai), em 1964, até sua morte, aos 36 anos. O filme pincela altos e baixos de Elis, tanto na intimidade quanto diante do microfone, e foi feito para fãs. Vá e veja: quando Andréia canta Atrás da Porta ou O Bêbado e a Equilibrista é de arrepiar. Estreou em 24/11/2016.

    info
  • Direção: Hugo Prata
  • Duração: 113 minutos
  • Recomendação: 14 anos
  • País: Brasil
  • Ano: 2016
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