música

Veja a lista dos melhores shows que vão rolar no Rio

Candeia é celebrado com tributo no Circo Voador enquanto Chico Chico divide o palco com Júlia Vargas. Confira os demais destaques

Por: Rafael Cavalieri

móveis coloniais de acaju
A banda numerosa, oito músicos mais o produtor: uma noite na Fundição Progresso (Foto: Núcleo de Produção em Fotografia da Galeria Ponto)
  • Antes de fundar O Rappa, em 1993, o tecladista Marcelo Lobato criou, com o irmão Marcos, a banda, pioneira na cidade a explorar ritmos africanos. No espetáculo Refrão Inquieto, o grupo apresenta canções como Biscoito Azeitado e Okunrin Ti O Sise.
    Saiba mais
  • Fundador do Zimbo Trio, um portento da música instrumental brasileira, em 1964, o pianista se junta a Sidiel Vieira (baixo) e Edu Ribeiro (bateria), outras companhias para a mesma formação. No repertório, composições autorais como Caucaia do Alto e Teus Olhos, além de um pot-pourri com sete músicas de Milton Nascimento.
    Saiba mais
  • A cantora de voz potente mostra de graça o repertório pós-tropicalista de seu segundo álbum, Ava Patrya Yndia Yracema, além de canções de Adoniran Barbosa (Iracema) e de Milton Nascimento e Fernando Brant (Canoa, Canoa).
    Saiba mais
  • Amigos de longa data e músicos com carreiras-solo estabelecidas, Zé Renato, Claudio Nucci, Ricardo Silveira, Marcos Ariel, Zé Nogueira, Jurim Moreira e João Batista voltam a se unir como banda para resgatar composições autorais, como Tupete, além das clássicas Jequié, de Moacir Santos e Aldir Blanc, e Ânima, de Zé Renato e Milton Nascimento.
    Saiba mais
  • Depois revisitar em grande estilo Beatles e Pink Floyd, Heitor Pitombo (baixo e voz), Nino Grandi (guitarra e voz), Piero Grandi (guitarra), Lourival Franco (teclados) e Sergio Conforti (bateria) prestam tributo ao Led Zeppelin, através de clássicos do rock como Whole Lotta Love, Rock and Roll e a belíssima Stairway to Heaven.
    Saiba mais
  • Ao longo de pouco mais de 100 anos de samba, dificilmente alguém assumiu com a bravura de Candeia (1935-1978) a defesa das tradições do gênero. Insatisfeito com os rumos que a Portela tomava na década de 70, o compositor escreveu um manifesto com críticas severas e propostas de mudança. Ignorado, se juntou a Nei Lopes, Wilson Moreira e Mestre Darcy do Jongo para fundar o Grêmio Recreativo de Arte Negra e Escola de Samba Quilombo. Essa história será recontada na abertura do show em tributo ao bamba, que completaria 80 anos no dia 17. A celebração está à altura da figura.  No palco, acompanhados por oito músicos, três parceiros do mestre foram encarregados de relembrar sua obra: Monarco, Paulinho da Viola e Martinho da Vila. Ao último cabe a missão de abrir os trabalhos com sua biográfica Em Memória de Candeia. Na sequência, os três se alternam. Paulinho empresta voz a Minhas Madrugadas, criação dele com o homenageado. Já Monarco relembra a parceria de Portela É Uma Família Reunida. O trio recebe ainda duas convidadas: Teresa Cristina, que defende Testamento de Partideiro, e Cristina Buarque, em Deixa de Zanga. No fim, todos entoam juntos Dia de Graça, enquanto um grupo de jongo se dirige para fora da lona, onde uma bandeira com o rosto de Candeia será aberta.
    Saiba mais
  • Acompanhados pelo violão de Rodrigo Garcia, a cantora de voz delicada e o filho de Cássia Eller levam sua afinada parceria para a lona da Lapa. No palco, recebem convidados enquanto se revezam em vocais, violão e percussão. Fique de olho na banda de abertura, a ótima Pietá.
    Saiba mais
  • O cantor volta à cidade com a turnê O que Importa É a Gente Ser Feliz, que estreou no Rio em 2014. No repertório, escolhido com a ajuda dos fãs, novidades como Amém, Amor e Tô Investindo nessa História dividem espaço com hits eternos, a exemplo de Alma Gêmea, Só Você e Caça e Caçador.
    Saiba mais
  • Os quatro finalistas da segunda temporada do reality show musical da Rede Globo sobem ao palco do Citibank Hall. Estarão lá Dois Africanos e as bandas Versalle e Scalene. Atração principal, os baianos Lucas e Orelha se sagraram campeões nesta edição do programa. As músicas Preta Perfeita e Cobertor estão garantidas na apresentação.
    Saiba mais
  • O pianista apresenta, ao lado dos amigos e parceiros Ney Conceição (baixo) e Erivelton Silva (bateria), o espetáculo Speed Samba Jazz. No repertório, Round Midnight, de Thelonius Monk, Take Five, de Paul Desmond, e Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu.
    Saiba mais
  • O violoncelista divide com os amigos Lula Galvão (violão) e Rafael Barata (bateria) o Cello Samba Trio. No lançamento do novo disco, Saudade do Futuro — Futuro da Saudade, o repertório passeia pela obra de Tom Jobim, João Gilberto e João Donato, entre outros.
    Saiba mais
  • O pianista e compositor relembra a obra do pioneiro Julio Reis (1863-1933) — dono de repertório precioso e hoje pouco conhecido, contemporâneo de Ernesto Nazareth —, que já registrou no belo disco João Bittencourt apresenta Julio Reis. Músicas como Serenata de Pierrot, Passo Miúdo e Alma em Flor estão no CD e no show.
    Saiba mais
  • Dono de um estilo único, cheio de balanço, o cantor, compositor e guitarrista não lança um disco de inéditas desde 2007. Mas a coletânea de hits sem prazo de validade, como Mas que Nada, Zazueira, Fio Maravilha e País Tropical (entoada na cerimônia de abertura da Olimpíada), executados na companhia da Banda do Zé Pretinho, é suficiente para sacudir o público. Circo Voador (2 000 lugares). Arcos da Lapa, s/nº, Lapa, ☎ 2533-0354. → Sexta (2) e sábado (3), a partir das 22h. R$ 140,00. Desconto de 50% com a apresentação de 1 quilo de alimento não perecível. Bilheteria: 12h/19h (ter. a qui.); a partir das 12h (sex.) e das 14h (sáb.). IC. www.circovoador.com.br.
    Saiba mais
  • No lançamento do disco Velhas Ideias Novas, o saxofonista interpreta, ao lado de Eduardo Farias (piano), Antônio Neves (bateria) e Bruno Aguilar (baixo), clássicos como Se Acaso Você Chegasse (Lupicínio Rodrigues) e Feitio de Oração (Noel Rosa). Participação ao vivo de Serginho do Trombone.
    Saiba mais
  • Atração do projeto A.Nota, o compositor e baterista que já acompanhou nomes como Alice Caymmi, Jorge Mautner e Caetano Veloso lança Meu Trabalho Han Sollo Vol. II, seu primeiro disco autoral.
    Saiba mais
  • Nascida em Brasília, no fim da década de 90, a banda Móveis Coloniais de Acaju só levou sua curiosa sonoridade ao disco em 2005. Idem, lançado naquele ano, foi o cartão de visitas para o sucesso do grupo numeroso, de repertório que vai do ska ao rock, com toques bem brasileiros. Dez anos depois, eles celebram a estreia fonográfica com show na Fundição Progresso. No sábado (8), André Gonzales (voz), Fernando Jatobá (guitarra), Beto Mejia (flauta transversal), Eduardo Borem (teclado e gaita), Esdras Nogueira (sax barítono), Fabio Pedroza (baixo), Anderson Nigro (bateria) e Paulo Rogério (sax tenor) vão tocar as doze canções do disco pela ordem. Espere por temas como as dançantes Seria o Rolex? e Aluga-se-Vende. Músicas dos dois álbuns seguintes, C_mpl_te e De Lá Até Aqui, completam o programa. Marca registrada da trupe, o momento em que todos descem do palco para tocar entre os fãs promete ser o auge da noite.
    Saiba mais
  • Temas de Nordeste de Paris, disco lançado pelo violinista francês à frente do grupo Cordestinos, formam a base deste show que integra o Circuito Sesc de Música. Estão no repertório as autorais Azul Elétrico e Soturno, além de uma versão para Refazenda, de Gilberto Gil.
    Saiba mais
  • Dona de voz e personalidade marcantes, a cantora segue na turnê de lançamento de Lado B, disco em que convidou amigos para interpretar composições de seu repertório. No palco, Sandra vai lembrar os hits Bye Bye Tristeza e Olhos Coloridos (Sarará Crioulo) acompanhada pela banda Mohaulle.
    Saiba mais

Fonte: VEJA RIO