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Saiba quais são os principais shows da cidade

Lista inclui lançamento de Alfredo Del-Penho, tributo a Frank Sinatra e grupo vocal Ordinarius. Veja estes e os demais destaques

Por: Rafael Cavalieri - Atualizado em

Alfredo Del-Penho
Alfredo Del-Penho: show de lançamento dos dois discos (Foto: Leo Aversa)
  • Inspirada pelo afrobeat, fusão de jazz, funk e ritmos tradicionais africanos criada por Fela Kuti (1938-1997), a banda carioca composta de doze músicos lança seu segundo disco, Abra Sua Cabeça, produzido por Pupillo, baterista da Nação Zumbi. Em seguida, a turma liderada por BNegão mostra a mescla de funk e hardcore de seu terceiro álbum, TransmutAção. A noite conta ainda com o soul carnavalesco do bloco Fanfarra Black Clube.
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  • Amigos de longa data, a cantora e o pianista se reencontram como atrações da série A Canção Brasileira — de Chiquinha Gonzaga a Tom Jobim. O show contará com canções como Azulão (Jaime Ovalle e Manuel Bandeira), Estrada do Sertão (João Pernambuco e Hermínio Bello de Carvalho) e Estrada Branca (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), presentes nos dois discos gravados pela dupla. Mas o pianista também terá seu momento-solo em temas como Batuque e Coração que Sente, ambas composições de Ernesto Nazareth.
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  • Sujeito versátil, o artista de tenros 34 anos é um cantor afinado e de fraseado claro, como os antigos que costuma revisitar — antigos esses que garimpa com frequência, na qualidade de dedicado pesquisador musical. Ele também toca violão e cavaquinho. E compõe. E arranca aplausos como ator, sabe bem quem o viu nos musicais Sassaricando e Ópera do Malandro. Para dar conta de tantos talentos, Alfredo Del-Penho debuta em disco-solo com dois trabalhos: Samba Sujo, com temas cantados, e Pra Essa Gente Boa, instrumental e autoral. Esse arsenal de 32 composições recém-chegadas abastece o show de lançamento, na quarta (12), no Teatro João Caetano. No programa, a bela Quando Eu Te Esqueci, criação própria, aparece ao lado de clássicos como Além do Espelho, linda parceria de João Nogueira com Paulo César Pinheiro. Entre o choro e o jazz, Do Bip Bip ao Smalls com Anat é resultado das andanças de Del-Penho com a clarinetista israelense Anat Cohen, do boteco Bip Bip, em Copacabana, à casa de shows Smalls, em Nova York. Olha a caixinha: produzidos por meio de financiamento coletivo, os dois CDs arrebanharam 700 colaboradores, entre eles Chico Buarque
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  • Em sua segunda formação, o grupo dedicado a gêneros brasileiros e elaborados arranjos vocais tem como líder e fundador o cantor, compositor e pianista Paulo Malaguti. No festejo de vinte anos de carreira, Malaguti,  as cantoras Andréa Dutra, Elisa Queirós e Cacala Carvalho e o violonista e arranjador Muri Costa, outro integrante original, mostram o disco Na Panela pra Dançar, com músicas de Lenine, Egberto Gismonti e Sérgio Santos, além de composições inéditas.
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  • Com nove integrantes e vinte anos de estrada, o grupo de covers de música disco apresenta hits das décadas de 70 a 90. Abba e Kool & The Gang estão na lista. Vivo Rio (2 000 lugares). Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, ☎ 2272-2901. → Sábado (24), 22h. R$ 80,00 (pista) a R$ 180,00 (camarote A). Bilheteria: 10h/19h (seg. a sex.); a partir das 10h (sáb.). Estac. c/manobr. (R$ 35,00). IR. www.vivorio.com.br.
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  • Neste domingo (12), no espetáculo Um Amor de São João, a cantora defende temas românticos e músicas das trilhas de festas juninas do Nordeste. Com cinco músicos, ela lembra hits como Chão de Giz, Bate Coração, Aconchego e Banho de Cheiro.
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  • Criada há vinte anos em Santa Teresa, a festa dedicada ao dançante ritmo nordestino convida três atrações para sua próxima edição. Sobem ao palco as bandas Estopim, carioca, Bastião, paulista, e Os 3 do Nordeste, de João Pessoa. Circo Voador (2 000 lugares). Arcos da Lapa, s/nº, Lapa, ☎ 2533-0354. → Sexta (26), a partir das 22h. R$ 80,00. Desconto de 50% com a apresentação de 1 quilo de alimento não perecível. Bilheteria: 12h/19h (ter. a qui.); a partir das 12h (sex.). IC. www.circovoador.com.br.
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  • Discotheque, divertido espetáculo da atriz e cantora de voz potente, passeia por hits dançantes como Dancing Queen, I Will Survive e I Love the Nightlife.
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  • O bandolinista  reverencia a obra de Chico Buarque no CD Samba de Chico, base para o show. No palco, canções como Quem Te Viu Quem Te Vê, A Rita e Construção ganham versões instrumentais.
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  • Primeira edição carioca do projeto que exalta o cenário da música baiana. No sábado (15), quem sobe ao palco é o projeto BaianaSystem, criado por Robertinho Barreto, dedicado a uma interpretação contemporânea da tradicional guitarra baiana. No palco, o grupo terá a companhia de Pepeu Gomes. Após o show, o DJ Mauro Telefunksoul assume as carrapetas. No domingo (16), quem abre a tarde é Marcia Castro, seguida pela banda de hip-hop OQuadro. As apresentações acontecem na área externa do CCBB.
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  • A diva do jazz brasileiro, com mais de cinquenta anos de carreira, divide o palco com o pianista João Carlos Coutinho em um passeio por grandes nomes da bossa nova. Teatro Rival (400 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, ☎ 2240-4469, ↕ Cinelândia. Terça (9), 21h. R$ 40,00 (lounge) a R$ 70,00 (mesa setor A). Bilheteria: 15h/19h (seg.); a partir das 15h (ter.).
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  • Conhecido pelo trabalho nas bandas Letuce e Binário, o músico — que tem excursionado pelo país ao lado de Dado Villa-­Lobos e Marcelo Bonfá na turnê comemorativa da Legião Urbana — apresenta o espetáculo Silenciosamente. Munido apenas de instrumentos acústicos (violão, um piano indiano, baixo, gaitas e percussão), ele mescla canções autorais de seus dois discos-solo com músicas de projetos em que atuou nos últimos anos, reunidas no novo CD que batiza o show.
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  • Com Sacramento nos vocais e Alcofra ao violão, o show Valseresta lembra pérolas como Lábios que Beijei e Sertaneja.
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  • Formado em 2008 pelo cantor, arranjador, compositor e regente Augusto Ordine, o grupo Ordinarius (uma brincadeira com o sobrenome do seu criador) tem seis integrantes que partilham o mesmo instrumento: a voz. É basicamente a capela, com arranjos vocais eventualmente enriquecidos por violão, cavaquinho e percussões variadas, que a turma defende um repertório eclético, de pop internacional a bossa nova, passando por rock, choro e samba. Atualmente integrado, além de Ordine, por Maíra Martins, Luiza Sales, André Miranda — estes no grupo desde a sua criação —, Letícia Carvalho e Marcelo Saboya, o grupo apresenta Rio de Choro, seu segundo disco. Como o nome sugere, a empreitada tem como base um repertório calcado em compositores ligados ao chorinho. Estão lá Noel Rosa (Tipo Zero), Jacob do Bandolim (Santa Morena) e Pixinguinha (Rosa). Mas há também espaço para faixas como Vide Gal, de Carlinhos Brown, em arranjos originais. No palco, Ordine e Miranda tocam cavaquinho e violão em algumas canções, e o sexteto tem a companhia do percussionista Matheus Xavier.
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  • Com 52 anos de estrada, o conjunto vocal feminino lança o álbum Janelas Abertas, batizado com uma canção de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e recheado de inéditas de João Donato, Marcos Valle e Dori Caymmi, entre outros. Padrinho do grupo, Carlos Lyra participa da apresentação. Teatro Rival (350 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, ☎ 2240-4469, ↕ Cinelândia. Sábado (17), 21h. R$ 40,00 (lounge) e R$ 60,00 (mesa). Bilheteria (somente dinheiro): 12h/19h (seg. a sex.); a partir das 12h (sáb.).
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  • Com um apelido tão eloquente como The Voice — traduzindo, a voz —, Frank Sinatra (1915-1998) deveria afugentar potenciais emuladores de seu timbre e estilo. Entretanto, ainda criança, assistindo a uma apresentação do astro, o britânico Louis Hoover sentiu que poderia, um dia, subir em um palco e en­toar aquelas canções. Nos anos 90, já trabalhando como cantor, ele deu forma ao show Salute to Sinatra, e logo começou a ser notado não apenas como mais um mero imitador, mas um artista de talento genuíno. Acompanhado pela The Hollywood Orchestra, cuja formação inclui alguns músicos que tocaram com o homenageado, Hoover faz duas apresentações desse espetáculo, na segunda (10) e na terça (11), no Theatro Municipal. No repertório, defendido com enorme fidelidade ao original, estão standards como My Way, Strangers in the Night e New York, New York.
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  • Com seus divertidos mashups, o cantor e compositor apresenta o disco Meu Pop É Black Power. Além das novas canções, o show terá inusitadas versões para hits de Rita Lee e Michael Jackson.
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  • A banda americana de post-hardcore traz para o Rio a turnê de Madness, disco lançado neste ano. No repertório estão sucessos como If You Can’t Hang e If I’m James Dean, You’re Audrey Hepburn, além de uma versão interessante para o clássico Iris, do Goo Goo Dolls.
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  • Batizado com o nome do quarto álbum do Pink Floyd, o projeto mineiro nascido em 2002 encara o repertório dos papas do rock psicodélico. A turnê Where We Start contempla diversas fases do grupo: clássicos como Wish You Were Here, Time, Confortably Numb e Dogs são executados com grande fidelidade. Teatro Bradesco (1 000 lugares). Avenida das Américas, 3900, Barra (Shopping VillageMall), ☎ 3431-0100. Quarta (7), 20h. R$ 100,00 (frisas) a R$ 180,00 (plateia baixa). Bilheteria: 13h/19h (ter.)a partir das 13h (qua.). IR. www.teatrobradescorio.com.br.
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Fonte: VEJA RIO