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Programe-se: conheça os principais shows da semana

Baby do Brasil apresenta o show Baby Sucessos – A Menina Ainda Dança com hits de carreira, no sábado (27), no Vivo Rio.

Por: Pedro Moraes - Atualizado em

Baby do Brasil
(Foto: Marcos Hermes / Divulgação)
  • A influência do jazz, do swing e de congêneres americanos deu ao samba, na primeira metade do século passado, um subgênero balançante, com sopros à Glenn Miller e humor bem brasileiro. É esse o repertório da violonista e cantora Antonia Adnet em Tem + Boogie Woogie no Samba, seu terceiro disco-solo, razão do show que acontece na terça (23), no Solar de Botafogo. Com convidados que participaram das gravações, como Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Pedro Miranda, Pedro Paulo Malta e seu pai, Mario Adnet, Antonia empresta a voz doce e pequena a pérolas como Cadê a Jane? (1948), de Erasmo Silva e Wilson Baptista, e Eu Quero um Samba (1945), de Haroldo Barbosa e Janet de Almeida.
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  • Com lugar garantido entre as grandes cantoras brasileiras — e também entre as mais extravagantes —, Baby dedicou a maior parte dos últimos quinze anos à religião evangélica. Trocou o repertório antigo por um gospel contemporâneo e autointitulou-se popstora, mistura de pop star com pastora. Em 2012 veio a salvação: a convite do filho, o guitarrista Pedro Baby, ela voltou a entoar, no palco, a penca de clássicos que acumulou desde os tempos do grupo Novos Baianos, no fim da década de 60. De lá para cá, encontra plateias cheias por onde passa. O registro do espetáculo em CD e DVD, Baby Sucessos — A Menina Ainda Dança, lançado em abril, inspira nova apresentação, marcada para sábado (27), no Vivo Rio. Em paz com Deus e os fãs, a intérprete de voz rouca e potente, além de notável senso de divisão rítmica, passeia por hits do porte de Masculino e Feminino (dela, com o ex Pepeu Gomes e Didi Gomes), Todo Dia Era Dia de Índio (Jorge Benjor), Telúrica (Baby e Jorginho Gomes), Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira (Moraes Moreira e Pepeu) e Menino do Rio (Caetano Veloso). A banda que a acompanha traz, além do filho Pedro Baby (guitarra), Betão Aguiar (baixo), China, Guerrinha  (percussão), Renato Brasa (bateria), Pedro Milman (teclados), Carlo Darci (trombone) e Maico Lopes (trompete).
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  • À frente da banda A Magnífica, o bandolinista Hamilton de Holanda comanda a concorrida gafieira, com abertura do trombonista Josiel Konrad e seu quarteto de jazz. Pessoas de sobrenome Almeida pagam R$ 15,00 de entrada. Circo Voador (2 000 lugares). Arcos da Lapa, s/nº, Lapa, ☎ 2533-0354. → Sexta (23), a partir das 21h. R$ 15,00 (20h30 às 21h) e 60,00 (após as 21h). Desconto de 50% com a apresentação de 1 quilo de alimento não perecível. Bilheteria: 12h/19h (ter. a qui.); a partir das 12h (sex.). IR. www.circovoador.com.br.
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  • A cantora estreia o show Em Casa, com participação de Dan Torres.
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  • De volta ao repertório de Frank Sinatra, a diva entoa standards do intérprete conhecido como “A Voz”. Com uma orquestra de dezoito músicos, clássicos como My Way e I’ve Got You Under My Skin dividem espaço com canções de Tom Jobim, também eternizadas pelo cantor americano. 12 anos. Teatro Serrador (350 lugares). Rua Senador Dantas, 13, Centro, ☎ 2220-5033, Metrô Cinelândia.  Sexta (1º) e sábado (2), 19h30. R$ 100,00. Bilheteria: 14h/22h (ter. a qui); a partir das 14h (sex. e sáb.). Até 30 de julho.
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  • Com nove integrantes e vinte anos de estrada, o grupo de covers de música disco apresenta hits das décadas de 70 a 90. Abba e Kool & The Gang estão na lista. Vivo Rio (2 000 lugares). Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, ☎ 2272-2901. → Sábado (24), 22h. R$ 80,00 (pista) a R$ 180,00 (camarote A). Bilheteria: 10h/19h (seg. a sex.); a partir das 10h (sáb.). Estac. c/manobr. (R$ 35,00). IR. www.vivorio.com.br.
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  • Ex-integrante do grupo Garganta Profunda, o cantor defende, entre outras, Corcovado e Samba do Avião, acompanhado pelo Trio Bossa In Concert, de Renato Beranger (teclado), Rogério Fernandes (contrabaixo) e Flávio Santos (bateria).
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  • Não é jazz, não é pop, não é MPB, não é rock: é tudo isso misturado, na linhagem do grupo Novos Baianos, do qual o conjunto derivou, em 1977. O instrumental forte do começo da banda ganhou, nos anos seguintes, a companhia dos vocais dos irmãos Dadi (baixo) e Mú Carvalho (teclados), parceiros de palco de Gustavo Schroeter (bateria), Armandinho (guitarra baiana e bandolim) e Ary Dias (percussão). Resultaram daí sucessos de melodias ensolaradas e letras singelas, como Zanzibar, Abri a Porta e Beleza Pura, previstos na apresentação que acontece na quinta (7), no Teatro Bradesco. Após algumas reuniões esporádicas — registradas em CD ao vivo, em 1996, e DVD, em 2005 —, o quinteto original, desfeito na década de 80, reuniu-se novamente e vem arrancando aplausos a cada apresentação. Um novo álbum está anunciado para o ano que vem, quando A Cor do Som celebra quarenta anos, mas é bom lembrar que essa promessa vem sendo renovada desde 2012. Ao vivo, eles já mostram novidades entre um hit e outro, a exemplo de Dominguinhos de Sábado a Sábado, homenagem de Armandinho ao mestre da sanfona. 12 anos. Teatro Bradesco (1 000 lugares). Avenida das Américas, 3900, Barra (Shopping VillageMall), ☎ 3431-0100. Quinta (7), 21h. R$ 90,00 (frisa) a R$ 160,00 (plateia baixa). Bilheteria: 13h/19h (ter. e qua.); a partir das 13h (qui.). www.teatrobradescorio.com.br.
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  • Revelada pela Rádio Nacional no fim dos anos 40, a cantora defende sucessos como Mocinho Bonito no show Boa Tarde.
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  • O músico mineiro visita clássicos e mostra seu novo trabalho em duas noites no Rival. 
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  • Formado por Duani (cantor), Mará (sanfona e violoncelo), Chris Mourão (percussão), Cachaça (guitarra) e Marcos Moleta (guitarra), o grupo comemora 18 anos ao som de Suor de Pele Fina e Forró no Malagueta.
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  • Formado por Lilian Pimentel, Cesar Weber e Vanuska Pimentel, o grupo mostra criações de nomes como Luiz Gonzaga, Toquinho, Beto Guedes, Chico Buarque e Francis Hime.
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  • No turnê do disco Carpenters Avenue, a cantora revisita o grupo americano Carpenters. Only Yesterday e (They Long To Be) Close To You, gravada com Dionne Warwick, estão no repertório ao vivo. Vivo Rio (2 000 lugares). Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, ☎ 2272-2901. → Sexta (19), 22h30. R$ 120,00 (setor 3, balcão e frisa) a R$ 200,00 (camarote A e setor vip). Bilheteria: 10h/19h (seg. a qui.); a partir das 10h (sex.). Estac. c/manobr. (R$ 35,00). IR. www.vivorio.com.br.
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  • No espetáculo que celebra a obra de Elizeth Cardoso (1920-1990), a cantora revisita pérolas como Manhã de Carnaval e Preciso Aprender a Ser Só.
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  • O cantor italiano apresenta show com repertório composto por um apanhado de hits, como Caruso, Io Che Amo Solo Te e Sapore di Sale.
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  • Sozinho no palco, o cantor, compositor e multi-instrumentista passeia pelo repertório de seus dois discos, Feito pra Acabar (2010) e De Graça (2014), e mostra algumas canções inéditas no novo show, Solo.
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  • A banda mostra novo repertório, com pitadas de choro, rock e funk, no show da turnê Éolo. Sucessos como Esnoba e Ela Briga Comigo estão garantidos.
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  • Na voz da cantora, canções compostas em parceria por Guinga e Paulo César Pinheiro compõem o álbum e o show Corpo de Baile, cuja turnê chega ao fim esta semana. Com o apoio de nove músicos, Salmaso interpreta inéditas e outras canções resgatadas do baú dos compositores. Espaço Tom Jobim. Rua Jardim Botânico, 1008, ☎ 2274-7012. Terça (18) e quarta (19), 21h. R$ 40,00.
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  • Pai e filho apresentam o show do disco Nossa Parceria, com canções inéditas como Só Quem Ama Leva Tombo, Coração a Batucar e Frevo Capoeira.
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  • Atração do projeto #escutaisso, o filho de Caetano Veloso dá sequência à turnê do álbum Coisa Boa, lançado no ano passado. Espere por canções como Lá e Cá, Hoje e Jacaré Coruja.
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  • Na companhia de Fernando Clark (guitarra), Reinaldo Figueiredo (baixo) e Zé Mario (bateria), o cantor e compositor mostra pérolas do seu repertório pop e bem-humorado, a exemplo de Rebimboca da Parafuseta, A Vizinha É Outra História e A Beth Está Chegando.
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  • Dois nomes do reggae nacional na mesma noite. Embalada pelo disco #NoFilter, a banda mostra novidades e hits. O cantor  Armandinho aposta em hits como Folha de Bananeira.
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  • Temas de Nordeste de Paris, disco lançado pelo violinista francês à frente do grupo Cordestinos, formam a base deste show que integra o Circuito Sesc de Música. Estão no repertório as autorais Azul Elétrico e Soturno, além de uma versão para Refazenda, de Gilberto Gil.
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  • Na turnê do CD Encanto, a cantora maranhense investe em músicas como Extra, de Gilberto Gil, e Água, de Djavan, para comemorar 25 anos de carreira.
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  • Ainda na turnê do DVD que celebra seus cinquenta anos de carreira, o cantor desfila hits conquistados desde a jovem guarda, como Abraça-me Forte e Bom Rapaz, que lhe rendeu o apelido pelo qual é conhecido.
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Fonte: VEJA RIO